Meu nome é Murilo Barbosa, sou mecanico industrial a 20 anos.
A minha paixão por mecanica vem desde de molequinho, hoje tenho 43 anos e com muita experiencia dessa área maravilhosa, então decedi fazer algo bem bacana... compartilhar tudo que eu sei com vocês.
Empresa foi reconhecida por fornecimento de sistemas de
frenagem e segurança
A Wabco recebeu o prêmio Diamond Supplier Award da Navistar, fabricante de caminhões, ônibus, veículos de defesa e motores comerciais. A premiação, que ocorreu nos Estados Unidos, reconheceu os fornecedores por seus trabalhos em 2019. A empresa fornece à Navistar as principais tecnologias para a segurança e a eficiência, incluindo o sistema de freios de emergência OnGUARD, o sistema de aviso de saída de faixa OnLane, tecnologias de gerenciamento de ar e outros sistemas de frenagem e de segurança.
“A Wabco está orgulhosa de receber pela primeira vez o prêmio de fornecedor diamante da Navistar”, disse Jon Morrison, presidente da WABCO Américas. “Temos a honra de trabalhar com a Navistar como um parceiro confiável para ajudar a empresa a alcançar seus objetivos de negócio e a melhorar o tempo de atividade dos veículos de seus clientes.”
Pretende comprar ou vender algum veículo? Você precisa, então, ficar atento a questões importantes sobre o assunto, principalmente àquelas ligadas a documentação exigida. O primeiro passo, tão logo se realize a venda, por exemplo, é comunicar a ação ao DETRAN, pois, caso o novo dono cometa qualquer tipo de infração ou delito com o automóvel, a responsabilidade poderá recair sobre o antigo proprietário. Mas isso não é tudo. Há outros detalhes a que você precisa ficar atento. Assim, leia este artigo com calma e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto.
Você pretende realizar compra ou venda de algum veículo e tem dúvidas sobre o processo?
Atualmente, ter um carro, ou outro veículo automotor, não é apenas uma questão de lazer ou opção, mas uma necessidade – ou, no mínimo, um “facilitador” na vida.
Por isso, cada vez mais pessoas estão adquirindo veículos próprios. Basta sairmos nas ruas para percebermos que a frota de carros está cada vez maior.
Por essa mesma razão, comprar e vender veículos tem se tornado uma prática corriqueira para muitas pessoas.
Mas, como tudo no Brasil, esse tipo de negócio envolve algumas burocracias que precisam ser seguidas à risca para que quem comprar ou vender um veículo não saia prejudicado.
Foi pensando em esclarecer suas dúvidas quanto a esse assunto que escrevi este artigo.
Aqui, você ficará sabendo tudo sobre como elaborar uma declaração de compra e venda de veículo. Para isso, irei apresentar os principais aspectos dos modelos para esse tipo de declaração.
Além disso, irei explicar como você deve proceder para não ficar com pendências de multas após se desfazer do veículo vendido.
Você também ficará por dentro dos procedimentos envolvidos no processo de transferência de veículo.
E, finalmente, irei apresentar o passo a passo para o preenchimento do DUTe outras particularidades sobre o documento.
Por isso, acompanhe a leitura deste artigo e fique por dentro de todos os cuidados que você precisa ter no processo de compra e venda de veículo, sabendo como proteger-se de possíveis golpes que podem ser aplicados nesse tipo de negociação.
Tenha uma boa leitura!
Alguns cuidados necessários antes de vender ou comprar um veículo
Atente para o passo a passo que envolve o processo de compra e venda de um veículo
O primeiro cuidado que se deve ter é saber exatamente quem está comprando e vendendo o veículo a fim de evitar possíveis golpes ou outros problemas relacionados.
É preciso, portanto, que as partes envolvidas na negociação tenham confiança mútua.
Outro quesito primordial que deve ser levado em conta é conhecer o bem que se está adquirindo (neste caso, o veículo).
Desconfie de preços muito abaixo do mercado e sempre solicite uma revisão mecânica do carro, tanto se você for o vendedor quanto o comprador. Isso lhe ajudará a ter certeza do valor estipulado para o automóvel.
Hoje, para a realização da venda de um veículo, há um sistema que interliga diretamente o cartório e o DETRAN. Porém, para que você tenha maior segurança na negociação (porque sim, o DETRAN também pode falhar), é ideal que se realize uma declaração de compra e venda.
Sobre esse tipo de documento, eu falarei na sequência.
Outra dica de extrema importância é realizar uma pesquisa sobre o veículo através do site do DETRAN e DENATRAN.
Por meio dessas pesquisas, você consegue analisar possíveis pendências, como restrições judiciais – penhora, busca e apreensão, algum processo que esteja em aberto e multas pendentes.
Pelo site do DETRAN, por exemplo, o processo de pesquisa é bem simples.
Para pesquisar, basta entrar no site do DETRAN do seu estado e preencher os campos referentes à consulta do veículo com os dados que forem solicitados (RENAVAM e placa).
A realização da pesquisa é válida tanto para quem for adquirir quanto para quem for vender o bem. Isso porque o atual proprietário pode não estar ciente das próprias pendências (como multas em atraso), o que pode complicá-lo ainda mais.
Ainda sobre a pesquisa do produto, também é relevante realizá-la pelo site da Fazenda.
É lá que você poderá encontrar um resumo de informações, tais como o último valor do IPVA do veículo, as possíveis autuações (estaduais, federais e municipais) ou restrições judiciais – quando a Justiça determina que algum bem não pode ser vendido, uma vez que está sendo executado, por exemplo.
Lembre-se: realizar esses procedimentos antes de fechar a negociação do automóvel é fundamental. Somente após a checagem de todos as informações e a regulamentação do que está em aberto é que você poderá comprar ou vender o veículo com tranquilidade.
Agora que você está ciente dos primeiros passos, indicarei quais são os processos para a realização da venda de um veículo.
Mais a diante, você saberá como se realiza a declaração de compra e venda desse veículo, identificando, inclusive, quais são os principais quesitos que devem constar nessa declaração, de modo que, no documento, nenhuma informação obrigatória fique de fora.
Processos para a realização da venda de um veículo
Entenda mais sobre o processo de compra e venda de veículos
A primeira medida que se deve tomar após a venda é a transferência do veículo e a comunicação de venda. É imprescindível que se tome tais medidas assim que for realizada a venda.
É importante que o antigo dono realize a comunicação de venda ao DETRAN o quanto antes, pois, caso o novo dono cometa qualquer tipo de infração ou delito com o automóvel, a responsabilidade poderá recair também sobre ele – que ainda se encontra como proprietário nos documentos do veículo até a sua transferência.
Quanto à transferência, esteja atento ao tempo.
Conforme estipula o art. 134 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o proprietário antigo deverá encaminhar ao órgão executivo de trânsito do Estado, dentro de um prazo de trinta dias, cópia autenticada do comprovante de transferência de propriedade, devidamente assinado e datado.
Do contrário, ele poderá ter de se responsabilizar solidariamente pelas penalidades impostas e suas reincidências até a data da comunicação.
É o comprador que precisa tomar as providências a fim de não ser multado por não cumprir o prazo de 30 dias para a transferência do veículo.
Isso porque, se esse prazo não for respeitado, o indivíduo estará sujeito a ser punido por uma infração de natureza grave, que gera multa no valor de R$ 195,23 e a soma de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme estipula o art. 233 do CTB.
O art. 123 do CTB menciona que é obrigatória a expedição de um novo Certificado de Registro de Veículo (CRV) quando for transferida a propriedade e, também, nos seguintes casos:
quando o proprietário mudar de residência ou município;
quando for alterada qualquer característica do veículo;
quando houver mudança de categoria.
Como você pode ver, quando há mudança de proprietário do veículo, o novo dono é obrigado a solicitar um novo registro.
Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) – original e cópia;
documento de Identidade e CPF – original e cópia
comprovante de endereço cuja data seja de até três meses anteriores – original e cópia
duas vias do formulário do RENAVAM. Esse formulário deve ser solicitado no DETRAN de cada Estado, podendo ser encontrado através do site de cada DETRAN
comprovante dos pagamentos da taxa de emissão da nova CRV (assim como comprovantes dos demais débitos, se houver)
Quando você for vender o seu veículo, também é necessário estar atento a algumas precauções.
Em primeiro lugar, certifique-se de ter recebido o valor previamente acordado entre você e o comprador antes mesmo de começar a providenciar a documentação.
A conclusão da transferência bancária, por exemplo, deve ser realizada antes da assinatura do CRV.
Outro ponto que merece muita atenção: não cometa o equívoco de entregar o CRV em branco para o comprador ou despachante – as consequências desse ato serão comentadas mais adiante.
É você quem deve preenchê-lo e assiná-lo (não se esqueça de providenciar o reconhecimento de firma em cartório).
Como você pode ver, há uma série de cuidados que precisam ser tomados para que você não tenha problemas em meio a esse processo burocrático, envolvido na venda de um veículo.
Mas, além de seguir à risca os procedimentos necessários para uma negociação segura, também há outra forma de garantir tranquilidade aos envolvidos: a declaração de compra e venda de veículo.
Sobre ela, eu falarei na sequência.
Comunicação de Venda de Veículo – Passo a Passo
A comunicação, independentemente do modelo utilizado ou da finalidade indicada, é um documento de extrema relevância.
Como dito no tópico anterior, a comunicação de venda serve para eximir o antigo proprietário das responsabilidades referentes ao veículo a partir da data de venda.
A comunicação é realizada por meio do preenchimento de um formulário ofertado pelo DETRAN.
Você pode obtê-lo dirigindo-se a um posto do departamento ou, ainda, pela internet (para isso, verifique se o DETRAN de seu estado disponibiliza uma versão online, para que você possa baixá-la e imprimi-la).
Há alguns procedimentos básicos aos quais você precisa estar atento para realizar esse tipo de declaração. São eles:
assegure-se de portar o DUT As assinaturas, tanto da firma quanto do comprador, devem ser reconhecidas em Cartório. Antes de entregar o DUT ao comprador, então, tenha em mãos uma cópia autenticada (detalhes importantes sobre o DUT abordarei mais adiante);
imprima o formulário que o DETRAN disponibiliza e preencha todos os campos;
tenha uma cópia do seu documento de habilitação.
Esses são os procedimentos básicos para a realização da sua declaração.
No site do DETRAN de São Paulo, por exemplo, você encontra o formulário de comunicação de venda ofertado por esse estado. Trata-se de um modelo simples e prático de ser preenchido.
Você deverá inserir os dados referentes ao veículo (placa, município, Chassi e Renavan), ao vendedor (nome, CPF, data de venda e data de reconhecimento da firma) e ao comprador (nome, CPF, endereço, município, UF e CEP).
Esteja atento para que os dados que você inserir nos campos solicitados contenham as mesmas informações presentes no CRV.
Agora que você já conhece o passo a passo para a realização da comunicação de venda de veículo, explicarei como preencher um documento imprescindível para esse processo: o DUT.
Entenda Como Realizar o Preenchimento do DUT
Muito cuidado na hora de preencher o DUT: evite erros e rasuras
Em primeiro lugar, é importante saber que o Documento Único de Transferência é o mesmo Certificado de Registro de Veículo (CRV). Você pode, ainda, encontrar outras variedades, como “recibo do carro” ou “transferência de propriedade”.
Mas não se assuste: todas essas nomenclaturas se referem a e são válidas par um mesmo tipo de documento.
O DUT não é um documento de porte obrigatório para a condução do veículo; por isso, não precisa ser deixado no carro.
Além disso, ele não tem prazo de validade: enquanto o veículo estiver em seu nome, ele continuará valendo.
Portanto, somente no momento de transferir a propriedade do veículo para alguém é que será necessário gerar um novo documento.
Para o processo de transição do veículo para outra pessoa, é necessário preencher o DUT corretamente com todas as informações solicitadas e com o máximo de cuidado para não rasurar.
Você também poderá encontrar o modelo do documento a ser preenchido no site do DETRAN do seu estado.
Será necessário, então, informar alguns dados que, se não forem corretamente fornecidos, podem causar o retorno do recibo de transferência, podendo causar prejuízos futuros.
Basicamente, os dados necessários para o preenchimento do DUT incluem o nome completo do vendedor e do comprador, o CPF ou o CNPJ dos dois.
Além disso, o valor da negociação também deve constar no documento de transferência.
O seu pedido deverá ser encaminhado ao DETRAN com a apresentação dos documentos citados. E lembre-se: será necessário a apresentação original e as cópias autenticadas.
Viu como é importante preencher com calma esse documento? Ao tomar os cuidados devidos, você evita passar por mais burocracias.
Na sequência, irei explicar o que acontece quando o documento de transferência é recebido em branco.
DUT em branco: entenda o caso
O DUT em branco, para algumas pessoas, é visto como algo positivo. Mas, não se engane! Não há nada de positivo nessa prática.
Tal prática consiste em não informar ao DETRAN a transferência de propriedade do veículo. Com isso, as informações sobre o automóvel, retidas no Departamento, permanecem desatualizadas, e tal prática gera infração.
Mas você pode estar se perguntando: se há consequências negativas para o DUT em branco, por que algumas pessoas ainda fazem isso? Vou explicar.
Tanto o vendedor quanto o comprador podem tomar essa equivocada iniciativa. Da parte do vendedor, uma das justificativas para a venda do veículo com o DUT em branco é a pendência com as documentações do carro.
Uma vez que o veículo esteja irregular, a transferência torna-se impossível de acontecer.
Com isso, o proprietário percebe que, para concretizar a transferência, será obrigado a pagar as taxas, como forma de regularizar o veículo. Somente após o pagamento, então, ele poderá transferi-lo ao novo dono.
Outro possível motivo para a prática de vender um veículo ou comprá-lo com o DUT em branco é, justamente, a negação (ou impossibilidade) de gastar dinheiro com as taxas de transferência.
Assim, as partes envolvidas na negociação entram em acordo sobre o valor pelo qual o automóvel será vendido, mas a sua propriedade, nesse caso, segue sendo do antigo dono.
Porém, essa prática é muito perigosa, e ambos os envolvidos podem acabar punidos e responderem por crime tributário.
Também não se pode descartar a possibilidade de ingenuidade de algumas pessoas, que cometem esse erro com a intenção de se verem livres de toda a burocracia que envolve o processo de negociação.
Seja com a justificativa que for, vender ou comprar um veículo com o DUT em branco é uma prática ilegal que prevê punições aos envolvidos.
Ainda sobre essa questão, é importante alertá-lo quanto à realização da troca do veículo em concessionária.
Se a concessionária não for de confiança, ela pode solicitar que o cliente não preencha o DUT quando forem dar início aos trâmites burocráticos.
Essa prática facilita e torna mais barata a troca dos veículos, por isso muitos compradores acabam “caindo nessa”.
Porém, sempre será melhor e mais seguro realizar o passo a passo correto, preenchendo todas as documentações, como o DUT, por exemplo, evitando a perda de prazos e, com isso, possíveis incômodos futuros.
Conclusão
Com a documentação necessária em dia, sua negociação será bem sucedida
Além de estar ciente sobre as documentações e os procedimentos necessários, você também viu como realizar a comunicação de venda de veículo, a fim de garantir maior segurança ao antigo dono com a transação realizada.
Você pôde perceber, com a leitura, que vender um veículo envolve uma série de etapas que precisam ser respeitadas para que você e o comprador não corram o risco de terem de responder judicialmente por qualquer falha.
Vai vender ou comprar um veículo? Então é melhor levar em consideração todas as informações presentes neste artigo antes de fechar qualquer negócio.
Por isso, é importante que você compartilhe este conteúdo com os seus amigos. Se as informações foram úteis para você, também poderão servir para outras pessoas com as mesmas dúvidas.
Caso você tenha ficado com algum questionamento sobre o assunto abordado, deixe um comentário abaixo, para que eu o ajude a solucioná-la.
Eu tenho um Fiat Argo 2018 com stop-start, mas a bateria dele está ruim. Gostaria de saber se eu colocar uma bateria comum, o carro vai deixar só de usar o stop-start ou pode danificar alguma outra coisa do carro?
Vinicius Souza Via Site
Veículos com sistema stop-start precisam utilizar baterias específicas (dos tipos AGM ou EFB, vai de acordo com cada aplicação) projetadas para suportar o desliga-liga constante dos veículos com esse tipo de recurso. Não recomendamos a mudança por baterias comuns.
A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: faleconosco@omecanico.com.br
São ao todo 11 novidades, que atendem veículos de sete montadoras
A NGK lança novos modelos de bobinas de ignição para veículos Fiat, Ford, General Motors, Honda, Hyundai, Nissan e Volkswagen. A empresa explica que a função da bobina é de transformar a tensão da bateria em alta tensão, que é levada até as velas de ignição pelos cabos de ignição ou diretamente.
São 11 novidades ao total, todas já disponíveis nas redes de distribuidores, autopeças, oficinas mecânicas e centros de reparação automotiva.
Empresa já possui parceria com Mahle, Eaton e Meritor
A TRP fecha parceria com a Fleetguard para comercializar kits de filtros para a linha Cargo, da Ford Caminhões. Compostos por filtros de óleo, ar e cabine, os lançamentos estão disponíveis na Rede DAF. Já em parceria com a Mahle, a marca fornece componentes para motor; com a Eaton, peças para manutenção da transmissão; e com a Meritor, peças para conserto dos eixos. Esses e outros itens, também estão em promoção até 31 de maio no site da empresa.
“Dessa forma, conseguimos abranger 77% da frota circulante de caminhões EURO 5 produzidos pela Ford, auxiliando proprietários da marca. Esta parceria com a Fleetguard reforça nosso compromisso em nos unirmos a fabricantes renomados, prezando pela alta qualidade de toda a linha comercializada pela TRP.”, afirma Carlos Tavares, Diretor de PACCAR Parts no Brasil.
É possível consultar multas no RJ e descobrir a pontuação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) por meio do RENAVAM. O DETRAN/RJ disponibiliza, em seu site, um sistema para consulta de multas vinculadas ao veículo e pontos atribuídos à CNH do condutor.
Não são poucos os motoristas que recebem multas no RJ diariamente.
O mesmo acontece em todos os estados do Brasil, especialmente nas grandes cidades.
Infelizmente, receber uma multa virou algo normal, e os motivos para que um motorista a receba são vários.
Um deles é a complexidade do trânsito nas cidades, que se deve às deficiências do planejamento urbano aliadas ao número excessivo de veículos nas vias públicas.
É uma combinação que, se não induz ao erro, torna mais fácil ao condutor cometer um equívoco e acabar desrespeitando a legislação de trânsito.
O aumento da atenção por parte das autoridades para as condições de sinalização e infraestrutura das vias ajudaria na redução das multas recebidas por condutores.
Além disso, também o investimento em transporte público de qualidade poderia ser apontado como um fator solucionador, já que o trânsito ficaria menos carregado de automóveis.
Outro motivo que colabora para o aumento do número de multasno RJ é a falta de conhecimento dos motoristas.
Por incrível que pareça, não é incomum condutores cometerem infrações sem saber que sua conduta é equivocada.
Há, ainda, é claro, cidadãos que, apesar de conhecerem as regras de trânsito, as desrespeitam por motivos diversos.
Por fim, mas não menos importante, não posso deixar de mencionar a existência de autuações indevidas, as quais ocorrem quando um motorista é autuado injustamente.
Afinal, não podemos desconsiderar que, em alguns casos, há, por parte dos agentes de trânsito, abuso de autoridade.
Pode haver também desconhecimento das regras para autuação pelos agentes, estabelecidas em documentos do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), por exemplo.
De qualquer modo, fique tranquilo caso algo do tipo aconteça com você, pois é possível cancelar a multa entrando com recurso administrativo.
Antes de falar brevemente sobre isso, apresentarei a você uma lista com as 10 infrações mais comumente registradas no estado do RJ em fevereiro de 2020.
Multas no RJ: 10 Infrações Mais Cometidas Pelos Cariocas
Segundo estatísticas divulgadas no site do Departamento Estadual de Trânsito do Rio de Janeiro (DETRAN/RJ), nos dois primeiros meses de 2020, foram registrados 499.938 autos de infração no estado.
A soma não considera o mês de março, não concluído no momento da consulta.
Entre os órgãos autuadores, a estatística considera os municipais, estaduais e federais.
De longe, o responsável pelo maior número de autuações é a Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro (SMTR-RJ).
A secretaria atua como órgão de trânsito municipal da capital do estado.
É importante considerar que boa parte da população fluminense mora ou circula pela capital, que tem 6,3 milhões de habitantes, dentre os 16 milhões do estado.
O site do DETRAN do Rio de Janeiro também disponibiliza dados sobre as 10 infrações mais registradas em cada mês no estado.
Veja, abaixo, a lista das infrações mais cometidas, em ordem quantitativa, em fevereiro de 2020.
Transitar em velocidade até 20% superior à máxima permitida na via (art. 218, I, CTB): 106.873 multas no RJ.
Desobedecer a sinal vermelho ou parada obrigatória (art. 208, CTB): 22.477 multas no RJ.
Transitar em velocidade superior em mais de 20% até 50% da máxima permitida na via (art. 218, II, CTB): 16.343 multas no RJ.
Não efetuar o registro do veículo, conforme previsto no art. 123 do CTB: 12.837 multas no RJ.
Estacionar veículo sobre a calçada ou faixa de pedestre (art. 181, VIII, CTB): 12.642 multas no RJ.
Não utilizar cinto de segurança, incluindo condutor e/ou passageiro (art. 167, CTB): 10.955 multas no RJ.
Estacionar fora das condições estabelecidas em estacionamento regulamentado (art. 181, XVII, CTB): 8.387 multas no RJ.
Transitar na faixa ou via de trânsito exclusivo ao transporte coletivo de passageiros (art. 184, III, CTB): 7.821 multas no RJ.
Estacionar em local e hora em desacordo com a sinalização (art. 181, XVX, CTB): 7.654 multas no RJ.
Dirigir veículo segurando ou manuseando telefone celular (art. 252, parágrafo único, CTB): 5.710 multas no RJ.
Note que o primeiro lugar é ocupado pela infração por excesso de velocidade.
A infração descrita no art. 218 do CTB se destaca consideravelmente das demais, em relação ao número de vezes em que foi registrada.
Isso se deve ao fato de que a infração é constatada principalmente por radares fixos, os famosos pardais, que registraram infrações 24 horas por dia.
Embora não conste na lista das infrações mais registradas no estado, é válido mencionar também a multa da Lei Seca.
O RJ é um exemplo de estado em que a intensificação das operações de fiscalização ajudou a reduzir o número de motoristas embriagados.
Tendo conhecido as infrações mais cometidas no estado do Rio de Janeiro, que tal aprender como consultar suas multas no RJ? Descubra como fazer isso, a seguir.
Como Consultar Multas no RJ
Saiba como consultar multas no Rio de Janeiro
Entre a data em que a infração foi cometida e a data de vencimento do pagamento da multa pode haver um longo período.
Por conta disso, pode acontecer de o motorista esquecer de pagar a multa ou perder a notificação que contém o boleto para pagamento.
Se isso acontecer, não tem problema.
O DETRAN disponibiliza um sistema, em seu site, no qual é possível consultar as multas no RJ recebidas por determinado veículo.
Basta acessar esta página e inserir o código do Registro Nacional de Veículos Automotores (RENAVAM).
Esse código pode ser encontrado nos documentos do carro: Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) e Certificado de Registro de Veículo (CRV).
Digite também o código de segurança que aparece na imagem ao lado, clique em “CONSULTAR” e verifique se há multas vinculadas ao seu veículo.
É importante pagar a multa imposta, pois as multas estão entre os débitos que impedem o licenciamento anual do veículo, conforme o art. 131, § 2º do CTB.
E se você for flagrado com o licenciamento do veículo em atraso, poderá ser autuado por infração gravíssima, segundo o art. 230, V, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Além da multa, que, conforme o art. 258 do CTB, custa R$ 293,47, o Código prevê 7 pontos na CNH do condutor e a remoção do veículo como medida administrativa.
Nessa situação, seu veículo só poderá ser recuperado após sua regularização e mediante pagamento das diárias de depósito e da taxa para retirada do veículo.
Ou seja, será necessário pagar todos os débitos e licenciar o veículo para o ano corrente.
Portanto, o ideal é nunca deixar para trás o pagamento de nenhuma multa.
Se você for recorrer da autuação, a multa não precisará ser paga imediatamente.
Apenas será necessário realizar o pagamento se, em todas as fases, seu recurso for indeferido, ou se você decidir não entrar com recurso.
A respeito do recurso de multa, falarei mais adiante. Agora é hora de descobrir qual é a pontuação da sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Como Saber Quantos Pontos Você Tem na CNH
Se você está chegando aos 20 pontos, tome cuidado!
A responsabilidade pelo pagamento das multas é sempre do proprietário do veículo.
Por isso, a consulta de multas é feita por meio do número do RENAVAM do veículo.
Para a consulta dos pontos registrados na habilitação, o processo é diferente.
Eles devem ser atribuídos ao prontuário do condutor responsável pela infração, conforme o art. 257 do CTB, embora isso nem sempre aconteça.
Quando uma infração é registrada sem a abordagem do agente, como uma infração por excesso de velocidade, por exemplo, a autuação é registrada no nome do proprietário do veículo, o qual é vinculado à placa do automóvel.
No entanto, há a possibilidade de outra pessoa estar conduzindo seu veículo no momento em que a infração foi constatada.
Nessa hipótese, segundo o art. 257, § 7º do CTB, o proprietário ou principal condutor do veículo tem 15 dias, a partir da data de expedição da Notificação de Autuação, para indicar o condutor responsável pela infração.
Desse modo, os pontos referentes à infração constatada serão atribuídos à CNH do motorista infrator, não à do proprietário do veículo.
Além de consultar as multas vinculadas ao veículo, no site do DETRAN/RJ, você também poderá verificar a pontuação constante no seu prontuário de motorista.
Para isso, acesse esta página. Depois, insira o número de seu CPF, CNH e estado de registro da sua habilitação.
Pronto! Sua pontuação será apresentada.
Consultar os pontos da CNH é muito importante.
Afinal, conforme o art. 261 do CTB, ao somar 20 pontos ou mais em seu prontuário no período de um ano, você pode ter sua habilitação suspensa.
Então, se você cometeu algumas infrações nos últimos meses, acesse o site e confira a sua pontuação, verificando se não há, por conta do acúmulo de pontos, o risco de perder a carteira.
Tratando das infrações, outro ponto importante é saber quais órgãos têm competência para aplicar multas aos motoristas infratores no Rio de Janeiro.
Ainda não sabe quais são? Então, leia a próxima seção.
Quem Pode Multar no Rio de Janeiro?
Nem todas as autoridades têm permissão para aplicar multas de trânsito
São vários os órgãos que têm competência para aplicar multas no RJ. Contudo, nem todos podem autuar em quaisquer locais.
Em se tratando de rodovias, a possibilidade de autuação por um órgão depende de sua classificação como estaduais ou federais.
As estaduais são as que ligam municípios dentro do estado do Rio de Janeiro.
Já as rodovias federais – as BRs – ligam o Rio de Janeiro aos demais estados brasileiros.
Podem aplicar multas em rodovias federais os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
Dentro das cidades, podem multar o DETRAN e órgãos municipais responsáveis.
Na cidade do Rio de Janeiro, o órgão competente à aplicação de multas é a Secretaria Municipal de Transportes – que, por sinal, é o órgão que mais autua no estado, como eu disse anteriormente.
Há uma determinação, no entanto, que divide as infrações de responsabilidade do DETRAN e das prefeituras de cada município. Ela consta no art. 24 do CTB.
O caput do artigo define que a aplicação de penalidades de advertência por escrito e multa, e infrações de circulação, estacionamento e parada são de responsabilidade dos órgãos de trânsito dos municípios.
Na Resolução CONTRAN nº 66/1998, há uma tabela de distribuição de competência referente à fiscalização do trânsito, aplicação de penalidades e medidas administrativas e arrecadação das multas aplicadas.
Nela, há uma lista com as infrações que podem ser de responsabilidade do estado, do município ou de ambos quando cometidas em áreas urbanas.
Confira a tabela aqui.
A polícia militar, por sua vez, pode aplicar multas em qualquer circunscrição, desde que tenha convênio com o órgão responsável pela respectiva via, conforme art. 23 do CTB.
Sabendo disso, também é importante entender como funciona a notificação de autuação, recebida quando é cometida uma infração.
Para isso, leia a próxima seção.
O Que é e Como Funciona a Notificação de Autuação
Você já ouvi o termo “notificação de autuação”? Saiba abaixo o que é
É normal que você não entenda perfeitamente o que acontece quando uma infração é registrada com o seu veículo.
Afinal, ao receber uma segunda notificação, a maioria dos motoristas se pergunta qual é a diferença entre esta e a primeira.
Para que você entenda de forma facilitada, vou explicar quais são as diferenças entre infração, auto de infração e penalidade – conhecida popularmente como multa.
A infração de trânsito é a conduta (por exemplo, trafegar acima do limite de velocidade da via) que, segundo o Código de Trânsito, consiste na inobservância de qualquer preceito da legislação de trânsito, e assim sendo, deve ser penalizada.
Quando um radar ou agente de trânsito flagra uma infração por excesso de velocidade, por exemplo, deve ser lavrado um auto de infração.
No auto, devem constar informações como a tipificação da infração cometida ou os dados do veículo e de seu proprietário, os quais são obtidos por meio do número da placa do veículo.
O auto de infração é o documento que dá início ao processo administrativo, que poderá ou não culminar na aplicação de penalidades, como a multa pecuniária.
A abertura desse processo é comunicada ao proprietário do veículo ou condutor por meio de uma notificação de autuação, enviada ao seu endereço.
No entanto, antes de a multa ser aplicada, o motorista tem o direito de se defender.
Afinal, se houve algum equívoco no registro da infração ou se ela, na verdade, não ocorreu, o auto poderá ser arquivado, sem gerar ao condutor ou proprietário do veículo nenhum efeito.
Por fim, a multa pecuniária é uma das penalidades previstas pelo CTB, em seu art. 256, aos condutores que cometem infrações.
Ao receber uma multa, o condutor deve pagar um valor, o qual é determinado conforme a gravidade da infração (art. 258 do CTB).
Esse valor só não precisará ser pago caso o condutor decida recorrer e tenha seu pedido de cancelamento da multa deferido.
Sobre o recurso de multa, falarei melhor adiante.
Agora, abordarei um assunto bastante comentado entre os motoristas cariocas: transferência de pontos da CNH.
Transferência de Multas no DETRAN RJ
A transferência pode ser feita quando o dono do veículo não é o infrator
Antes de começar a falar sobre isso, não posso deixar de fazer um alerta.
Embora popularmente seja conhecida como transferência de pontos, essa possibilidade, de acordo com o CTB, se trata da Indicação de Condutor Infrator.
É comum proprietários de veículos receberem notificações em seus endereços, decorrentes de uma ou mais infrações cometidas por outro motorista.
Recorrendo ao mesmo exemplo anterior, a autuação por excesso de velocidade, normalmente, ocorre sem abordagem do agente de trânsito.
Ou seja, o condutor não é flagrado no momento da infração.
Nessa situação, em que o proprietário do veículo não era a pessoa que o dirigia no momento, é possível informar, ao órgão autuador, o real condutor.
Isso porque os pontos referentes ao cometimento de uma infração devem ser direcionados ao condutor infrator, o qual pode ou não ser o proprietário do veículo.
Para resolver essa situação, é muito simples. Na própria notificação de autuação recebida, há um formulário para indicação de condutor infrator.
Preencha-o corretamente, informando todos os dados solicitados relativos ao proprietário e ao condutor indicado.
Ambos devem assinar o documento, com letra legível e idêntica à do documento de identificação.
É importante obedecer ao prazo para envio do formulário, estabelecido na notificação de autuação.
Informações sobre endereço para envio do formulário e documentação a ser anexada também constam na notificação recebida.
É válido alertar para o fato de que, se a autuação se deu por meio de abordagem, e o condutor, portanto, já foi identificado, não será possível fazer a indicação.
Além disso, é importante saber que essa possibilidade se torna ilegal quando é feita uma falsa indicação.
Isso acontece quando o proprietário do veículo indica, ao órgão autuador, outro condutor como infrator quando, na verdade, ele próprio é responsável pelo desvio.
Nessa hipótese, tendo em vista que ambos assinam o documento para indicação, tanto o condutor quanto o proprietário do veículo podem ser acusados de cometer falsidade ideológica, crime previsto no art. 299 do Código Penal.
As punições previstas nesse caso são: um a três anos de reclusão e multa.
Uma possibilidade legal de não receber os pontos na CNH é converter a multa em advertência por escrito.
Você já ouviu falar sobre isso?
Quer saber, agora, se é possível converter sua multa em advertência no DETRAN do Rio?
Então, leia a seção seguinte.
Como Converter Multa em Advertência no DETRAN RJ
A conversão em advertência só pode ser feita com multas leves e médias
Felizmente, antes de ter de arcar com penalidades pesadas, temos algumas possibilidades de tentar evitá-las.
Uma alternativa para escapar dos efeitos da aplicação de penalidades é, como você viu, indicar o condutor que dirigia seu veículo quando a infração foi cometida.
Outra ação que pode livrá-lo tanto dos pontos quanto do pagamento da multa é a conversão de multa em advertência por escrito.
A advertência por escrito é, também, uma penalidade prevista no art. 267 do CTB.
Segundo o Código, essa penalidade pode ser concedida desde que:
as infrações sejam de natureza leve ou média;
o condutor não tenha cometido a mesma infração nos últimos 12 meses;
a autoridade de trânsito a considere mais educativa do que a aplicação de multa.
De qualquer modo, a conversão precisa ser solicitada antes de a multa ser imposta a você.
O prazo para solicitar a conversão é o mesmo de que falei anteriormente, que também vale para a apresentação de Defesa Prévia: 15 dias, no mínimo.
Ainda assim, é possível que o órgão autuador, ao analisar seu histórico ou considerando a advertência por escrito insuficiente para puni-lo, negue a conversão.
Nesse caso, você terá, ainda, uma última possibilidade de evitar ser penalizado e correr o risco de perder seu direito de dirigir.
Refiro-me ao recurso de multa, sobre o qual falarei brevemente abaixo.
Recorrer de Multas no RJ Pode Evitar Penalidades
Se nenhuma das tentativas anteriores surtir um resultado positivo, você receberá uma Notificação de Imposição de Penalidade.
Neste caso, em vez de um formulário para indicar o condutor infrator, junto à notificação virá um boleto para o pagamento da multa.
Mas saiba que ela não precisará ser paga enquanto você estiver recorrendo.
A menos que você queira aproveitar o desconto de 20% do valor, concedido quando a multa é paga até o dia de seu vencimento, conforme o art. 284 do CTB.
A boa notícia é que optar por pagar ou não a multa em nada interfere no seu direito de recorrer, o qual é assegurado pelo próprio Código de Trânsito.
Você terá um prazo para apresentar recurso contra a decisão do órgão de aplicar a multa, que será de no mínimo 30 dias, mas poderá ser maior.
Confirme essa informação, de qualquer modo, na notificação recebida.
Durante esse período, o recurso administrativo deverá ser formulado com base na legislação vigente.
O recurso, para ser válido, deverá ser enviado dentro do prazo, ao órgão responsável por sua análise, a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI), cujo endereço consta na notificação recebida.
Se a resposta for negativa, você poderá recorrer administrativamente mais uma vez, em 2ª instância.
Você só será penalizado caso seu recurso seja negado em todas as fases.
Além disso, caso tenha optado por pagar a multa antes de entrar com recurso ou durante o processo, você terá direito à devolução do valor pago.
Esse direito é garantido no art. 286, § 2º do CTB.
Conclusão
Aproveite as dicas sobre multas aplicadas na cidade maravilhosa
A aplicação de multas no RJ é um assunto que interessa não só aos motoristas cariocas, mas a todos os condutores que frequentam a cidade, a trabalho ou não.
E, considerando o movimento intenso das ruas e avenidas na capital, é crucial tomar o máximo de cuidado para evitar os desvios ao volante.
De qualquer modo, sei que, muitas vezes, mesmo os motoristas mais cuidadosos não escapam das multas no RJ.
Em muitas dessas ocasiões, porém, a multa é indevida, e por esse motivo, todo condutor tem o direito à defesa.
Como você viu neste artigo, há mais de uma maneira de evitar pagar uma multa, receber pontos na CNH e perder o direito de dirigir.
Mas lembre-se sempre de que a medida mais eficaz ainda é adotar um comportamento que respeite as regras de trânsito.
No seu dia a dia, seja na cidade ou na estrada, dirija de maneira defensiva. Não sabe o que isso significa? Então, leia este artigo.
Fazendo isso, você fará muito mais do que evitar receber multas no RJ, pois estará também mantendo a própria segurança e a de outras pessoas.
Pensando em ajudá-lo nesse sentido, mostrei a você quais órgãos têm permissão para aplicar multas no RJ, a fim de que você não seja autuado indevidamente.
Expliquei, ainda, como consultar multas aplicadas no RJ de forma fácil e rápida.
Agora, você também sabe como verificar a pontuação constante na sua CNH – o que ajudará a evitar a perda do direito de dirigir.
Sabe, também, o que significa receber uma notificação de autuação, e qual é a diferença entre esse documento, o auto de infração e a multa.
Apresentei a você, ainda, duas alternativas que podem salvar seu direito de dirigir: a indicação de condutor e a conversão de multa em advertência por escrito.
Assim, caso a infração registrada tenha sido cometida por outro condutor, ou seja, possa ser convertida em advertência, você terá chances de não precisar entrar com recurso.
De qualquer modo, aproveitei para falar sobre o recurso administrativo de multa.
O direito de defesa pode e deve ser utilizado quando uma autuação é realizada indevidamente.
E, por falar em autuação, neste artigo, apresentei dados atuais dos últimos registros feitos no RJ.
Você conferiu as 10 infrações mais registradas em fevereiro de 2020 no RJ e o número de vezes em que cada uma foi registrada.
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Este artigo o ajudou? Então, compartilhe-o com seus amigos, para que eles também esclareçam suas dúvidas sobre multas no RJ.
Muitas pessoas se questionam sobre como comprar carro sem ter problemas. A verdade é que pesquisa e planejamento são fundamentais antes de fechar qualquer negócio. Há muitas opções de carros novos no mercado, e pode ser que investir em um 0km seja mais vantajoso do que em um carro usado. Para ajudá-lo a saber como comprar seu carro sem complicações, escrevi este artigo, com dicas úteis, que contribuirão para a sua tomada de decisão.
Você quer saber como comprar um carro, para aderir a uma das maiores paixões nacionais, que é possuir um veículo?
Não é novidade para ninguém que o brasileiro é um grande apaixonado por carros.
Basta observar as ruas das principais cidades do país para percebermos que o carro é muito mais do que um simples meio de transporte.
O automóvel é também um objeto que diz muito sobre o seu dono.
Cada vez mais, o proprietário de veículo consegue expressar o seu estilo de vida, desfilando com um carro dos sonhos.
Seja pela potência, pela funcionalidade ou pela sua aparência, sempre há uma característica do veículo que nos chama a atenção e com que nos identificamos mais.
Além disso, comprar carro simboliza uma conquista pessoal e gera um sentimento de independência financeira muito forte.
Mas você sabe quais características o carro dos seus sonhos deve ter?
Sabe como comprar um carro 0 km pela primeira vez?
E os cuidados que devem ser tomados na hora de comprar um carro, você conhece?
Sabe, também, quais são os carros populares mais baratos do mercado brasileiro?
Neste artigo, você vai conferir tudo isso!
Além disso, vou apresentar algumas sugestões, alternativas e, principalmente, vantagens de comprar um carro novo.
Portanto, acompanhe este artigo até o final e saiba quando e como comprar carro de forma organizada e segura.
Boa leitura!
Como Comprar Carro 0 Km pela Primeira Vez?
Na hora de comprar o seu primeiro carro, priorize a funcionalidade que ele terá no seu dia-a-dia.
Você precisa ter em mente que, além de idealizar o carro dos seus sonhos, é fundamental avaliar a sua funcionalidade e compará-la com os seus objetivos e necessidades.
Além do mais, o carro que você for comprar irá apresentar limites e capacidades que implicarão em impostos, os quais deverão estar em dia com as exigências da lei.
Mais adiante, irei apresentar vários modelos de carros para que você consiga escolher o mais adequado ao seu estilo de vida e que atenda às suas necessidades.
Pode ser que você fique um tanto confuso em conhecer tantos tipos de carros e suas particularidades.
No entanto, esse processo é necessário para que você consiga estabelecer um equilíbrio entre as suas necessidades e os custos que isso lhe trará.
Esses modelos de carros são os mais compactos do mercado.
Isso facilita muito na hora de manejá-los e encontrar lugar para estacioná-los.
Geralmente, o bagageiro desses modelos é embutido no corpo da carroceria do carro, o que facilita muito na hora de manobrar em ruas estreitas ou lugares apertados.
Mas como fica a relação custo/benefício quando se trata de carros econômicos?
Será que eles são realmente os mais baratos?
Quando se pesquisa os valores desses modelos, é possível perceber que a realidade é um pouco diferente.
Apesar de os modelos populares terem fama de serem os mais baratos do mercado, os seus valores ainda podem ser altos.
Para comprovar essa realidade, é só prestar atenção nas estradas brasileiras.
Diariamente, ainda circulam muitos carros com data de fabricação superior a 10 anos, por exemplo.
De acordo com reportagem publicada no Correio Braziliense em abril de 2019, a frota de veículos em circulação no Brasil envelheceu.
Até a publicação da matéria, a idade média dos veículos nas vias do país era de 9,7 anos.
Essa é, até então, a maior média de idade dos veículos em quase 20 anos.
No entanto, o envelhecimento da frota de veículos de uma cidade pode não trazer boas consequências.
Por exemplo, para o meio ambiente, os prejuízos são numerosos por causa da poluição, bem mais intensa em regiões onde circulam mais carros velhos.
O congestionamento nas vias em que circulam carros velhos também costuma ser bem mais recorrente e intenso.
Obviamente, é preciso entender que nem todos podem trocar de carro com frequência, o que causa o envelhecimento da frota de automóveis em circulação.
Mas, afinal, quanto custa um carro de modelo econômico?
Qualquer carro popular, até pouco tempo atrás, não custava menos de R$ 40 mil.
Isso quer dizer que o trabalhador brasileiro, que recebe um salário mínimo ao mês, via cada vez mais distantes as chances de adquirir o seu carro zero.
De certa forma, isso começou a mudar com o lançamento de modelos de carros mais baratos.
Por isso, procurei descobrir quais são os carros novos com melhor preço no mercado atualmente.
A seguir, apresento os 10 carros populares mais baratos no Brasil. Acompanhe.
Conheça os 10 Carros Populares Mais Baratos do Brasil
Todos os anos, as montadoras apresentam novidades em seus modelos de veículos.
Isso faz com que os automóveis tenham seus valores de venda atualizados com frequência, para acompanhar os aprimoramentos recebidos.
Mas essa realidade não resulta apenas no aumento do valor de carros novos, pois também pode fazer com que diminua o valor do modelo anterior.
Se você for revender o carro comprado em 2019, provavelmente receberá um valor inferior ao que foi pago no momento de sua compra.
Até certo tempo atrás, a lista de carros populares mais baratos apresentaria veículos de valor na casa dos R$ 30 mil.
Porém, você verá que os veículos 0km de agora, mesmo pertencendo ao grupo dos populares, podem custar mais do que isso.
Confira, agora, detalhadamente, quais são os 10 modelos mais baratos em 2020, de acordo com a coluna Vrum, do Correio Braziliense.
Renault Kwid Life
Valor: R$ 34.790,00.
As versões mais completas desse modelo já sofreram reajustes, no entanto, a versão Life continua sendo mais acessível aos motoristas brasileiros.
A versão Life é realmente muito básica quando comparada a versões mais caras do modelo.
Caso você faça questão de itens como ar-condicionado e direção elétrica, terá de optar pela versão intermediária, denominada Zen.
Essa versão custa em torno de R$ 40.390, ficando, dessa forma, entre os 10 carros econômicos mais baratos.
Fiat Mobi Easy
Valor: R$ 34.990,00.
O Mobi acabou se firmando no mercado como o carro de entrada da Fiat.
O motor dessa versão é o 1.0, ou seja, o mais básico.
O modelo acaba atraindo alguns motoristas pelo fato de oferecer ar-condicionado em todas as suas versões, inclusive a mais barata.
O Fiat Mobi é bastante econômico, fazendo quase 14 km/l na cidade e cerca de 16 km/l na rodovia.
Fiat Uno Attractive
Valor: R$ 44.190,00.
Quem nunca ouviu falar em Fiat Uno?
É provável que você já saiba que o modelo passou por uma série de modificações ao longo do tempo, ganhando cada vez mais o gosto dos condutores.
O carro é perfeito para quem busca um veículo compacto e econômico.
Hyundai HB20 Sense
Valor: R$ 44.990,00.
O HB20 estreou bem na lista dos 10 carros mais baratos, pois já na sua versão de entrada disponibiliza equipamentos bem interessantes.
A versão oferece alguns diferenciais, como um câmbio com engates precisos, motor com bom desempenho e visual atraente e moderno.
Essas e outras características do veículo fazem dele uma boa opção dentre os carros populares mais baratos vendidos no Brasil.
Ford Ka S
Valor: R$ 46.680,00.
Se tem um carro que mudou (para melhor) com o passar do tempo, esse carro é o Ford Ka.
Provavelmente, você deve lembrar daquele carrinho pequeno e redondinho que até hoje podemos encontrar pelas ruas do país.
No entanto, ele evoluiu, se tornando mais atrativo para os condutores, seguindo no ramo dos populares mais acessíveis.
Fiat Argo Drive
Valor: R$ 46.990,00.
Com preço muito próximo ao carro anterior, o Fiat Argo Drive é outro automóvel que caiu no gosto de muitos motoristas.
Seu desempenho no mercado é satisfatório, tendo em vista que ele foi lançado para substituir 2 modelos famosos que saíram de linha: o Palio e o Punto.
Sua versão mais simples é uma das mais completas disponíveis no mercado, oferecendo, dentre outros itens, direção elétrica e o botão Start&Stop.
Durante cerca de 30 anos, a Volkswagen se manteve líder de vendas graças ao Gol, que ainda é bastante querido pelos motoristas.
Recentemente, passou por mudanças, que ocasionaram uma alteração em seu preço, mas isso é compensado pelas melhorias que o carro recebeu.
Renault Sandero Life
Valor: R$ 47.990,00.
O Sandero é outro modelo da Renault que caiu nas graças de muitos motoristas.
Sua versão de entrada é bastante atrativa, oferecendo direção eletro-hidráulica, ar-condicionado, dentre outros confortos.
Além disso, o modelo passou por recentes alterações, ganhando faróis com assinatura LED e um painel com novo desenho.
Fiat Grand Siena Attractive
Valor: R$ 47.990,00.
Mais um carro da Fiat ocupa uma posição no ranking dos 10 carros populares mais baratos do Brasil.
O Grand Siena é a opção de Sedan mais barata no mercado automotivo brasileiro.
Com isso, é ideal para quem quer mais espaço no porta-malas, que comporta 520 litros.
Chevrolet Joy
Foto: site oficial Chevrolet
Valor: R$ 48.690,00.
Para fechar a lista dos 10 carros mais baratos, aparece um modelo da Chevrolet, que ainda não havia sido mencionada.
O Chevrolet Joy é a versão de entrada do famoso Onix, tendo um visual um pouco diferente da versão mais cara.
De qualquer modo, é considerado um bom carro, tendo recebido nota máxima nos testes de colisão realizados pelo Latin NCAP.
E aí, ficou interessado em algum dos carros apresentados acima?
Apesar de o conforto e o desempenho dessas versões não suprirem totalmente as expectativas dos consumidores mais exigentes, esse são modelos que valem a pena serem adquiridos.
Certamente, ainda é mais negócio comprar um carro novo mais simples do que manter um carro velho na garagem.
Por isso, se você está pensando em comprar um carro zero, aconselho procurar saber mais sobre os modelos da lista apresentada.
Por sinal, na próxima seção deste artigo, vou comentar um pouco mais sobre o momento de comprar um carro novo.
Se você tem dúvidas a respeito disso, continue com a leitura.
Quando Comprar Carro Novo?
Não espere o seu veículo “quebrar” para comprar um novo, porque geralmente os prejuízos são maiores com os reparos.
Embora muitos consultores financeiros aconselhem os seus clientes a rodar com o veículo “até que as rodas caiam”, isso pode gerar consequências negativas.
Por exemplo, quanto mais tempo você rodar com o seu carro velho, mais as peças vão se desgastando e a necessidade de maiores reparos será cada vez mais indispensável.
Mesmo que você esteja relutante em encarar o compromisso de ter mensalmente que pagar parcelas de um carro novo, é preciso ficar atento a alguns sinais.
Com o passar do tempo, os automóveis apresentam sinais que revelam a hora certa de se desfazer do seu carro velho e comprar um zero.
A seguir, vou enumerar alguns motivos que poderão fazer você considerar a compra de um carro novo.
Reparos em carros velhos custam caro
Além de sair caro, os reparos quase sempre tornam inviável essa opção.
Especialistas apontam que manter um carro velho em funcionamento quase nunca vale a pena.
Isso porque, muitas vezes, os cálculos revelam que o conserto custa quase o valor do carro.
Então, qual seria o motivo de ficar rodando com um carro velho, já que o retorno do investimento quase nunca acontece?
Isso, sem dúvida, deve ser levado em consideração.
O carro não é mais aprovado na inspeção veicular
Certamente, os proprietários de carros velhos têm grandes dores de cabeça quando os veículos precisam passar pelo teste do controlador.
O programa fiscalizador que visa à diminuição do nível de poluentes emitidos ao meio ambiente pelos veículos é bastante rígido com carros antigos.
E essa rigidez se aplica mesmo que os carros estejam em bom estado de conservação.
O custo do seguro do carro velho é bem maior
Geralmente, o seguro de carros antigos é bem mais caro se comparado ao dos carros novos, seminovos e, até mesmo, dos usados.
Tendo em vista o valor de um carro velho, na maioria das vezes, o valor do seguro se torna exorbitante.
E se levarmos em conta aqueles carros antigos considerados “raridades”, a situação só piora, já que as seguradoras não disponibilizam apólices que possam protegê-los.
As peças de reposição podem representar um problema
Um dos maiores problemas que os proprietários de carros velhos enfrentam é a dificuldade para encontrar as peças de reposição.
Afinal, o que fazer se o mercado não disponibiliza mais aquela peça que desgastou?
Certamente, você terá de procurá-las em desmanches para tentar prolongar o funcionamento do seu carro velho com peças usadas.
Além de ser trabalhoso e tomar uma boa parte do seu tempo, você ainda terá de contar com a sorte para encontrar a peça e torcer para que o mecânico cobre um preço justo.
Carro velho representa perigo a sua segurança
É fato que os carros antigos oferecem bem menos condições de segurança do que um carro novo.
Um carro novo é muito mais seguro tanto para dirigir, devido à tecnologia de que dispõe, quanto para deixá-lo estacionado por aí.
Isso porque os sistemas de proteção estão cada vez mais desenvolvidos e inteligentes.
Como você viu, por mais que se possa pensar que comprar carro novo é sinônimo de gasto, não é bem assim.
Na maioria das vezes, é justamente o contrário que acontece.
Se um carro velho apresenta problemas constantemente, mantê-lo funcionando pode não valer a pena devido ao seu valor.
No entanto, o maior problema certamente é a falta de segurança de um carro velho.
Como você viu anteriormente, o Brasil ainda possui uma frota considerável de carros velhos circulando nas vias.
Com isso, não é de se admirar que esses veículos contribuam de maneira significativa para as estatísticas de congestionamento e acidentes.
Conclusão
Para fazer uma boa escolha ao comprar um carro novo, é preciso conhecer bem as características de cada modelo.
Neste artigo, você viu que o brasileiro é um grande apaixonado por carro.
Viu que cada vez mais o carro diz muito sobre o estilo de vida do seu dono.
Ficou sabendo que, ao comprar carro novo pela primeira vez, não é aconselhável se deixar levar pela emoção e pelo impulso.
É preciso levar em consideração a funcionalidade que o carro terá em sua rotina, pois comprar o modelo dos sonhos pode não ser vantajoso em alguns casos.