terça-feira, 28 de abril de 2020

Descubra o que faz um arqueólogo

A profissão de arqueólogo é menos agitada do que mostrado nos filmes de Indiana Jones, mas desperta a curiosidade de muita gente. Neste artigo, você descobre o que faz o antropólogo e conhece mais sobre o curso de Antropologia.

O que é arqueologia?

O termo arqueologia vem do grego “estudo do passado”. Portanto, a arqueologia é a ciência social que estuda o passado das civilizações humanas por meio dos vestígios materiais deixados por elas.

Esses vestígios se encontram em sítios arqueológicos, em objetos como armas, decorações, ferramentas e utensílios de cozinha, em pinturas e inscrições em pedras e em outras marcas de ocupação. A partir da análise desses objetivos, o arqueólogo traça a história de evolução da sociedade.

A arqueologia é muito importante para a sociedade, pois resgata a história e a cultura dos antepassados. Ela começou ainda no século XV com o hábito de colecionar relíquias e antiguidades e, com o tempo, foi se tornando mais profissional e indispensável.

O que o arqueólogo faz?

O arqueólogo é o profissional responsável por encontrar, identificar e analisar objetos do passado. A partir da sua investigação, ele pode analisar e entender a evolução e transformação do homem e da sociedade ao longo da história.

Para realizar análises corretas desses objetos, o arqueólogo – que também é um cientista e pesquisador – utiliza o método de investigação científica. Seu trabalho inclui pesquisa, busca de informações e evidências, catalogação dos objetos encontrados, comprovações de teorias e hipóteses e divulgação de conclusões.

Ele também pode trabalhar em empresas da área de engenharia na análise de terrenos destinados à construção civil e licenças ambientais, para verificar se não há nenhum patrimônio ou objeto histórico que possa ser danificado no local.

O trabalho do arqueólogo, frequentemente, funciona em equipe, pois ele precisa do conhecimento de outros profissionais, como os antropólogos, historiadores, paleontólogos, químicos, biólogos e matemáticos.

A área da arqueologia é bem parecida com a da antropologia, história e paleontologia. Apesar de serem o mesmo tipo de ciência humana, na prática, são bem diferentes. O arqueólogo, por exemplo, pode analisar vestígios materiais dos egípcios antigos, mas cabe ao historiador ou antropólogo explicar o funcionamento daquela sociedade.

Outro exemplo é a diferença entre antropólogos e paleontólogos. Diferente dos paleontólogos, que buscam e estudam os fósseis, os arqueólogos investigam os objetos do passado.

Onde o arqueólogo pode trabalhar?

Os arqueólogos podem trabalham em diversas empresas públicas e privadas, organizações não-governamentais, universidades e institutos de pesquisa. Na área pública, ele pode atuar em instituições como o IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).

Os arqueólogos também podem trabalhar em museus, consultorias e em empresas na área de construção, concedendo licenças ambientais. Na área acadêmica, ele pode ministrar aulas, realizar pesquisas e promover palestras.

De acordo com o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), as empresas que mais contratam arqueólogos são as da área de pesquisa, engenharia, serviços geológicos, educação, contabilidade, administração, urbanização e arquitetura.

Quanto um arqueólogo ganha?

Segundo o site salario.com.br, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), a média salarial de um arqueólogo no Brasil é de R$ 3.136,53. Ainda de acordo com o site, a formação superior mais recorrente desses profissionais é em Arqueologia, Geografia e História.

O que é preciso para se tornar um arqueólogo?

Para se tornar um arqueólogo, é preciso se formar no curso superior da área. De acordo com o lei de 2018 que regulamenta a profissão de arqueólogo no Brasil, para ser considerado um arqueólogo é necessário ter bacharelado em Arqueologia ou pós-graduação na área.

Mas, na prática, muitos profissionais formados em áreas correlacionadas como Antropologia e História e com experiência na área também podem atuar como arqueólogos.

Como é o curso de Arqueologia?

O curso superior de Arqueologia é de nível bacharelado e tem duração média de quatro anos. A graduação tem estágio e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) obrigatórios. Entre as disciplinas gerais e específicas do curso, estão: História da Sociedade Brasileira, Pré-história, Cartografia, Sociologia, Filosofia, Estatística, Anatomia Humana, Antropologia Cultural, Arqueologia Teórica, Museologia, Prática de Campo e Prática de Laboratório.

Atualmente, existem poucos cursos de Arqueologia no Brasil, mas existem cursos em áreas correlacionadas. Assim, é possível entrar no mercado de trabalho e atuar na mesma área. Confira alguns cursos relacionados à área de Arqueologia:

Veja onde estudar

Se interessou por algum dos cursos citados? Antes de escolher uma faculdade para ingressar, é preciso analisar as avaliações da instituição no MEC, conhecer sua estrutura e comparar suas mensalidades.

Existem faculdades privadas oferecem ótimos descontos e ingresso sem burocracia, com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou vestibular próprio. Confira algumas faculdades bem reconhecidas pelo MEC para você estudar pagando pouco, no ensino presencial e a distância:

Leia também: Arqueologia: conheça o curso e veja onde estudar

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O que faz um técnico em Segurança do Trabalho

Enquanto buscam uma carreira, muitas pessoas se deparam com a profissão sem saber exatamente o que faz um técnico em segurança do trabalho. Apesar de ser um curso que atrai muitos estudantes buscando ingressar no mercado, ainda é uma profissão não tanto conhecida e que gera algumas dúvidas sobre o dia a dia do trabalho.

Agora chegou a hora de ter todas essas perguntas sobre o profissional de segurança do trabalho respondidas. Aqui, você vai entender como é a rotina da carreira, o passo a passo para se tornar um profissional de sucesso na área, os salários médios e as diretrizes do curso de Segurança do Trabalho.

Entenda o que faz um técnico em Segurança do Trabalho

Segurança do Trabalho é um dos cursos técnicos mais procurados por estudantes. E há algumas razões para isso, como a crescente empregabilidade em empresas, o mercado de trabalho em alta e o salário atrativo ao longo da carreira. Todos esses são motivos que atraem alunos para a profissão.

O Ministério da Educação (MEC) possui a publicação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), onde é possível encontrar as diretrizes da profissão de técnico em Segurança do Trabalho. Veja algumas de suas principais funções, segundo o MEC:

  • Analisa os métodos e os processos laborais;
  • Identifica fatores de risco de acidentes do trabalho, de doenças profissionais e de trabalho e de presença de agentes ambientais agressivos ao trabalhador;
  • Realiza procedimentos de orientação sobre medidas de eliminação e neutralização de riscos;
  • Promove programas, eventos e capacitações para os trabalhadores;
  • Divulga normas e procedimentos de segurança e higiene ocupacional;
  • Indica, solicita e inspeciona equipamentos de proteção coletiva e individual contra incêndio;
  • Levanta e utiliza dados estatísticos de doenças e acidentes de trabalho para ajustes das ações prevencionistas;
  • Produz relatórios referentes à segurança e à saúde do trabalhador.

O técnico em Segurança do Trabalho pode trabalhar em diferentes setores. Os principais campos de atuação são aeroportos, centrais de logística, comércio, construção civil, hospitais, indústrias e instituições de ensino.

O profissional pode também trabalhar em empresas especializadas na área e com consultorias em segurança do trabalho. Além disso, é possível trabalhar na fabricação e na representação de equipamentos de segurança, como os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC).

A legislação trabalhista brasileira estabelece a necessidade de que empresas realizem a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat). Nela, os profissionais de Segurança do Trabalho atuam para orientar os funcionários a tomar as medidas que cabem a cada um na prevenção e a atuar em casos de acidentes, como a capacitação de um grupo de brigadistas, responsáveis por primeiros-socorros e ações iniciais em caso de incêndio.

Qual o salário de um técnico em Segurança do Trabalho?

Definidos pelos sindicatos da categoria, os salários mínimo do técnico em Segurança do Trabalho variam de acordo com a cidade e o estado e o setor de atuação. O Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo (Sintesp) estabelece por convenção coletiva o piso para cada área, sendo o mais alto na área de construção civil.

Veja alguns dos pisos de 2019/2020 em cada setor:

  • Construção Civil: R$ 3.662,71;
  • Comércio: R$ 3.499,56;
  • Indústria: R$ 3.363,02;
  • Engenharia Consultiva: R$ 3.648,48;
  • Hospitais e clínicas particulares da capital: R$ 3.500,66;
  • Comércio Atacadista de Medicina, Perfumaria e Afins: R$ 3.499,56.

Segundo o site de busca de salários da Catho, a média salarial do técnico em Segurança do Trabalho no Brasil é de R$ 2.645,47. Um estagiário na área ganha R$ 876,81. Os salários podem variar de acordo com a experiência e nível do cargo do funcionário. Segundo a Catho, um gerente de Segurança do Trabalho pode receber em média R$ 10.760,55.

Quanto tempo dura um curso técnico de Segurança do Trabalho?

Além de todos os atrativos já citados neste texto, o curso técnico de Segurança do Trabalho tem um detalhe importante que chama a atenção de estudantes: o tempo para se formar é curto. A duração média do curso de nível técnico é de um ano e meio, podendo chegar a no máximo 2 anos.

Diferenças do curso técnico para o curso tecnológico de Segurança do Trabalho

Há o curso técnico de Segurança do Trabalho e o curso tecnológico de Segurança do Trabalho. Como são dois cursos que possuem o mesmo nome, podem confundir quem procura pela profissão de Segurança do Trabalho.

A formação é diferente. Enquanto o técnico é de nível médio, o curso tecnólogo é uma graduação de nível superior.

Os cursos tecnológicos têm duração média de 3 anos e podem ser oferecidos presencialmente e a distância (EaD). Por mais que seja um curso um pouco mais longo, ele prepara o estudante com disciplinas mais especializadas para a atuação em áreas mais amplas no mercado profissional.

Para ingressar no mercado de trabalho, o mais indicado para esta área é realizar o curso tecnológico de Segurança do Trabalho, que é uma graduação que forma profissionais tecnólogos de nível superior. O investimento vale pelo diploma de ensino superior, muito bem-visto por empresas que buscam esses profissionais.

Onde estudar Segurança do Trabalho?

Fazer uma faculdade de Segurança do Trabalho pode ser um passo importante para quem almeja cargos elevados com salários mais altos na profissão. No entanto, é preciso prestar atenção na hora de escolher uma faculdade, que deve ser reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) para que o diploma tenha validade no mercado.

Veja abaixo algumas opções de faculdades bem avaliadas pelo MEC:

Para realizar a graduação, não é preciso ter feito o curso técnico de Segurança do Trabalho. Basta ter o certificado de conclusão do ensino médio.

Leia mais: Segurança do Trabalho: saiba mais sobre esse curso

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Saiba o que faz um deputado federal

Os deputados federais são figuras importantes para que a democracia funcione. Neste artigo, você confere o que faz um deputado federal, quanto ganha e os pré-requisitos para se tornar um. Confira!

O que faz um deputado federal?

O deputado federal é o representante do povo na Câmara dos Deputados. As duas casas do Poder Legislativo – a Câmara dos Deputados e o Senado Federal – formam o Congresso Nacional.

Eles são eleitos por todos os estados brasileiros e o Distrito Federal. O número de deputados eleitos por estado varia de 8 a 70, de acordo com o tamanho da população local.

Os deputados federais são eleitos por voto direto do povo e seus mandatos duram quatro anos. Eles podem se reeleger quantas vezes quiserem, ficando mais quatro anos no cargo a cada mandato.

Sendo do Poder Legislativo, a principal função da Câmara dos Deputados é legislar, ou seja, elaborar as leis, sobre os assuntos de competência da União. Os deputados federais também podem criar emendar, alterar e revogar leis. Além disso, eles fiscalizam as ações do Poder Executivo – a presidência.

Segundo a Constituição Federal de 1988, entre esses assuntos sobre os quais legislam os deputados federais, estão: sistema tributário, arrecadação e distribuição de rendas; diretrizes orçamentárias, dívida pública planos e programas de desenvolvimento; organização administrativa, judiciária, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União e dos Territórios; criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas, telecomunicações e radiodifusão.

Outras atribuições dos deputados federais são fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar casos de irregularidade.

Para criar leis ou fazer alterações nas leis já existentes e fiscalizar, os deputados federais fazem propostas de leis que serão discutidas e votadas na Câmara ou por comissões pré-definidas. Depois de aprovadas na Câmara, as medidas vão para aprovação no Senado Federal e sanção da presidência da República.

Quanto ganha um deputado federal?

O salário mensal de um deputado federal é de R$ 33.763,00. Além da alta remuneração, os deputados também tem diversos benefícios, como auxílio-moradia e de saúde, e verbas.

Uma das verbas disponíveis é a usada para a execução da atividade parlamentar e varia de acordo com o estado de origem do deputado. Segundo a Agência Câmara de Notícias, essa verba varia de R$ 30 a 45 mil reais. Esse valor é destinado para despesas como:

  • passagens aéreas, telefonia e serviços postais;
  • manutenção de escritórios de apoio;
  • alimentação do parlamentar;
  • hospedagem;
  • locação ou fretamento de aeronaves, de automóveis e de embarcações;
  • combustíveis;
  • serviços de segurança;
  • participação em cursos, palestras, seminários, simpósios e congressos.

Outra verba é a destinada para a contratação de pessoal. São R$ 106.866,59 por mês para a contratação de até 25 secretários parlamentares.

Quais os pré-requisitos para ser um deputado federal?

Para se candidatar ao cargo de deputado federal, é preciso preencher alguns pré-requisitos. De acordo com a Constituição, são eles:

  • Ter nacionalidade brasileira;
  • Estar em pleno exercício dos direitos políticos, ou seja, na maioridade;
  • Ser eleitor;
  • Ter domicílio eleitoral no estado para o qual irá se candidatar;
  • Ser filiado a um partido político;
  • Ter, no mínimo, 21 anos até o dia da posse.

Como se tornar um deputado federal?

Para se tornar um deputado federal é preciso ser democraticamente eleito pelo povo. Além dos pré-requisitos para a candidatura, não é exigido nenhum curso de formação superior ou técnica dos deputados federais. Mas, alguns cursos podem oferecer bons conhecimentos e habilidades para cumprir a função de legislar (confira no próximo tópico).

Cursos para seguir carreira política

Seja para legislar na Câmara dos Deputados, Senado Federal ou Câmara de Vereadores, é preciso ter boa oralidade e escrita, organização, planejamento e jogo de cintura.

Confira alguns cursos de graduação que correspondem ao perfil político:

Onde estudar para ser político?

Se interessou por alguma dessas graduações? Antes de escolher uma instituição de ensino para ingressar, é preciso analisar as avaliações da instituição no MEC, conhecer sua estrutura e comparar suas mensalidades.

Existem faculdades privadas oferecem ótimos descontos e ingresso sem burocracia, com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou vestibular digital. Confira algumas faculdades bem reconhecidas pelo MEC para você estudar pagando pouco, no ensino presencial e a distância:

Leia também: Descubra como você pode entrar na política

E você, já pensou em cursar alguma dessas graduações? Compartilha com a gente nos comentários!

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Descubra o que faz um assistente comercial

O assistente comercial trabalha em empresas de todos os tipos, participando do seu dia a dia administrativo e comercial. É um profissional mais concentrado no setor de vendas, cuja política e processamento acompanha desde o início, até a concretização dos negócios.

Sugere e supervisiona ações para que a área se desenvolva, faz relatórios técnicos e gráficos de acompanhamento junto com a análise da concorrência, bem como das demandas e tendências do mercado. 

Quer saber mais sobre essa profissão? Continue a leitura! 

O que faz um assistente comercial

Além de sua atuação interna, ele atende clientes, elabora os cadastros, discute o preço e as condições da venda, até o seu fechamento. Cabe ao assistente comercial dar assistência na pós-venda, inclusive nos cancelamentos. Participa de eventos, faz visitas demonstrando produtos e envia amostras a potenciais consumidores e aos já fidelizados.

O assistente comercial verifica as vendas pelas características do produto, por vendedor e equipe ou por representante. Faz levantamento e pagamento das respectivas comissões. Tem atuação em logística, coordenando matriz e filiais, controlando estoques, reposição, embarque e desembarque de mercadorias.

Perfil do assistente comercial

A maioria dos ocupantes do cargo de assistente comercial completou o ensino médio. Embora o curso superior não seja obrigatório, há mais chances de trabalho e melhores colocações para o candidato que seja graduado em Administração de Empresas ou em Comércio Exterior. As chances serão ainda melhores se o profissional souber uma segunda língua.  

As principais habilidades profissionais do assistente comercial devem ser:

  • Adaptação
  • Autoconfiança
  • Conhecimento do produto
  • Decisão
  • Delegação de responsabilidades
  • Dinamismo
  • Empatia com o cliente
  • Empreendedorismo
  • Iniciativa
  • Negociação
  • Objetividade
  • Organização
  • Pensamento e ação sob pressão
  • Planejamento
  • Priorização com eficácia
  • Relacionamento bom com pessoas
  • Resolução de problemas práticos
  • Responsabilidade
  • Trabalho em equipe

Mercado de trabalho para o assistente comercial

A presença do assistente comercial é necessária em qualquer que seja a área da economia privada, pois toda organização precisa vender seu produto ou serviço. Assim, o mercado de trabalho é positivo, seja em lojas, indústrias, escolas etc.

Quanto ganha um assistente comercial

O salário mensal médio pago no país a um assistente comercial é R$ 1.499, de acordo com dados obtidos por site especializado, de forma anônima, vindos de mais de 3.500 ocupantes do cargo.

Foram feitas também verificações em vagas oferecidas na internet, que mostraram existir variação salarial distribuída entre R$ 700 e R$ 3.800. O assistente comercial fica mais ou menos um ano nessa função.

Como vir a ser um assistente comercial

Grande parte daqueles que você vê hoje ocupando o cargo de assistente comercial passou tempos, antes, como auxiliar administrativo. Alguns conseguiram progredir até o posto intermediário de analista comercial para, depois, chegarem lá. Mas há um modo de você poder começar logo sua carreira como assistente comercial.

Você conquistará assim maior remuneração ou, quem sabe, até um cargo mais elevado. O caminho é aprimorar seus conhecimentos e apresentar em seu currículo um diploma de curso universitário. Como já dito, os cursos mais valorizados em seleções nesta área são Administração de Empresas ou Comércio Exterior. Saber uma segunda língua ajuda muito!

Curso de Administração de Empresas para o assistente comercial

O curso superior de Administração de Empresas fornece conhecimentos em Matemática, Economia, Psicologia, Estatística, Finanças etc. Você participa de palestras e workshops, há estudos de caso e outras atividades práticas. É um curso que pede muita leitura e pesquisas e é a melhor formação que um profissional da área pode ter.

Dura quatro anos em média e, equilibrando as atividades práticas com matérias teóricas, traz embasamento bem generalista. Depois, a especialização pode ser em áreas bastante variadas. Ao finalizar a graduação, você deve entregar um Trabalho de Curso acerca do tema que escolher. 

A grade curricular do curso de Administração contém, entre outras, as seguintes matérias:

  • Contabilidade
  • Direito Empresarial
  • Direito Trabalhista
  • Direito Tributário
  • Economia
  • Estrutura e Processos Organizacionais
  • Gestão de Custos e Preços
  • Gestão de Pessoas
  • Gestão Estratégica
  • Gestão Financeira
  • Logística
  • Marketing
  • Matemática
  • Matemática Financeira
  • Mercado de Capitais e Bolsa de Valores
  • Pesquisa Operacional
  • Probabilidade e Estatística
  • Teoria do Conhecimento

Comércio Exterior: outro curso para o assistente comercial

O comércio exterior acontece quando há compra e venda de mercadoria entre um país e outro. A venda feita de uma empresa brasileira para uma empresa estrangeira é chamada de exportação, enquanto o caminho inverso é a importação. Transações comerciais assim realizadas devem seguir regras e procedimentos tão específicos que há um curso próprio para habilitar os profissionais da área.

A formação em Comércio Exterior existe no nível de graduação, na modalidade de curso tecnológico, que dura dois anos. Com esse diploma superior de tecnólogo, de mesmo valor que o de bacharel ou de licenciado, você entra bem mais cedo no mercado de trabalho, tendo visto as matérias essenciais para progredir na carreira. A grade básica tem, entre outras matérias:

  • Direito Internacional Público e Privado
  • Diversidade Étnico-Cultural
  • Economia Internacional
  • Gestão Aduaneira em Exportação
  • Gestão das Relações Humanas
  • Legislação no Comércio Exterior
  • Marketing Internacional
  • Sistemática de Importação

Onde estudar Administração de Empresas ou Comércio Exterior

Preparamos para você uma lista com algumas faculdades para se graduar em Administração de Empresas ou em Comércio Exterior. Nelas você pode entrar usando sua nota do Enem, bem como o ProUni ou o FIES para facilitar o pagamento da mensalidade.

Os cursos podem ser presenciais ou por ensino a distância (EAD). Todas estas faculdades são reconhecidas pelo MEC, condição para que seu diploma seja válido, e são bem avaliadas. Oferecem convênios, descontos, bolsas e financiamentos próprios.

Veja também:

Saiba tudo sobre as faculdades que duram 2 anos

Saiba tudo sobre o Fies 2020.2 e tente sua vaga                     

Já pensou em qual curso superior fazer? Conte para a gente nos comentários!

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Conheça a faculdade Módulo em Caraguatatuba

Conheça um pouco mais sobre a Faculdade Módulo em Caraguatatuba e veja que cursos são oferecidos, quais as modalidades, valores e muito mais!

Contando com mais de 30 anos de história, a Faculdade Módulo, em Caraguatatuba (SP), conta com várias opções de graduações e recebe os alunos matriculados nos cursos presenciais, semipresenciais e também EAD. 

Isso acontece, pois o MEC determina que, mesmo nas graduações a distância, o aluno precisa cumprir certa carga horária presencial, mesmo que mínima.

Essa unidade conta com toda a infraestrutura que os alunos necessitam para realizar seus estudos com as devidas qualidade e segurança

Dentre os recursos inclusos estão bibliotecas físicas e digitais com um rico acervo de conteúdo, laboratórios e salas de informática.

Veja mais informações sobre essa instituição e descubra como ela pode se encaixar em seus objetivos futuros.

Formatos de ensino oferecidos

A Faculdade Módulo, em Caraguatatuba, atende alunos de todas as modalidades de ensino: presencial, semipresencial e EAD.

Veja alguns pontos sobre cada tipo de modalidade e escolha aquela que melhor se adapta na sua rotina:

EAD: por meio de uma plataforma digital, o aluno interage com seus colegas, professores e tutores e também consome todo o material didático do curso, que pode variar de vídeoaulas, fóruns de discussão até indicações de leitura.

Embora a maior parte do curso seja feita pela internet, o estudante precisará comparecer até o polo físico em determinados momentos, para realizar provas, apresentar trabalhos e até mesmo ter alguma disciplina específica.

Presencial: um dos formatos mais tradicionais e mais conhecidos, onde o estudante frequenta as salas de aula ao longo da semana no período da manhã, tarde ou noite.

Semipresencial: por fim, existe a modalidade semipresencial, que é uma mistura dos dois tipos apresentados acima. Nela, o aluno comparece uma vez por semana no polo físico e, durante os outros momentos, dá sequência em seus estudos na plataforma digital.

Cursos oferecidos na Faculdade Módulo

Na instituição de Caraguatatuba, a lista de opções de graduações é extensa e conta com bacharelados, licenciaturas e cursos tecnológicos.

Veja alguns dos cursos oferecidos pela Faculdade Módulo:

Presenciais:

  • Administração
  • Ciências Contábeis
  • Gestão de Recursos Humanos – tecnológico
  • Publicidade e Propaganda
  • Biomedicina
  • Ciências Biológicas – bacharelado
  • Ciências Biológicas – licenciatura
  • Educação Física – licenciatura
  • Enfermagem
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  • Arquitetura e Urbanismo
  • Engenharia Civil
  • Engenharia de Produção
  • Direito
  • Educação Física – bacharelado
  • Fotografia – tecnológico
  • Jornalismo
  • Pedagogia

 Semipresencial:

  • Administração
  • Arquitetura e Urbanismo (bacharelado)
  • Biomedicina
  • Ciências Contábeis
  • Engenharia Ambiental
  • Engenharia Civil
  • Engenharia de Produção
  • Engenharia Elétrica
  • Engenharia Mecânica
  • Farmácia
  • Fisioterapia
  • Gastronomia (tecnológico)
  • Gestão de Recursos Humanos (tecnológico)
  • Nutrição (bacharelado)
  • Pedagogia (licenciatura)
  • Terapias Integrativas e Complementares (tecnológico)

A distância:

  • Administração
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas (tecnológico)
  • Artes Visuais
  • Banco de Dados (tecnológico)
  • Ciência da Computação
  • Comércio Exterior (tecnológico)
  • Design Gráfico (tecnológico)
  • Educação Especial (licenciatura)
  • Educação Física (bacharelado)
  • Educação Física (licenciatura)
  • Empreendedorismo (tecnológico)
  • Engenharia Ambiental
  • Produção Cultural (tecnológico)
  • Psicopedagogia (bacharelado)
  • Química (licenciatura)
  • Redes de Computadores (tecnológico)
  • Relações Internacionais
  • Secretariado (tecnológico)
  • Segurança do Trabalho (tecnológico)
  • Serviços Jurídicos e Notariais (tecnológico)
  • Sistemas de Informação
  • Sistemas para Internet (tecnológico)
  • Teologia

Para conferir a lista completa de cursos, basta entrar em contato com a instituição ou acessar o site oficial da faculdade.

Quanto custa estudar na Faculdade Módulo em Caraguatatuba?

Devido à enorme gama de escolhas que o estudante pode fazer, é comum que as mensalidade dos cursos possam variar de acordo com o formato e a graduação escolhida.

Em linhas gerais, é possível encontrar mensalidades entre R$ 300 e R$ 600. Você ainda pode contar com bolsas de estudos e até mesmos descontos nas mensalidades.

Apenas como curiosidade, saiba que as modalidades EAD e a semipresencial costumam ser as mais baratas e a presencial a mais cara.

Vale a pena estudar na Faculdade Módulo?

Se você é de Caraguatatuba e tem interesse em iniciar seus estudos no nível superior, a Faculdade Módulo certamente é uma ótima escolha e pode ajudar você a tornar seus objetivos realidade por um valor que cabe no seu bolso!

Além de contar com diversas facilidades financeiras, como a utilização da sua nota do Enem para conseguir descontos ou bolsas de estudos, ela também é bem avaliada pelo próprio Ministério da Educação. 

Isso significa que a qualidade do ensino é assegurada por um órgão federal e que seu diploma terá validade em todo o território nacional.

Aproveite para fazer sua matrícula, dar o próximo passo na sua formação profissional e comece a estudar!

Veja também:

Melhores cursos de graduação do mercado

Conheça a lista de faculdades reconhecidas pelo MEC

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Caoa anuncia nova plataforma digital para venda de peças originais

Caoa plataforma eletrônica de compra de peças

Sistema conta com mais de 50 mil itens das marcas Caoa Chery, Hyundai, Ford e Subaru, oferecendo comodidade e promoções exclusivas

 

A Caoa lança uma plataforma eletrônica para a comercialização de autopeças para o mercado de reposição, segundo a empresa, com diferenciais como maior comodidade, melhores condições e promoções exclusivas, disponibilidade e agilidade.

Já são mais de 3 mil clientes cadastrados na plataforma, que conta com mais de 50 mil itens das marcas Caoa Chery, Hyundai, Ford e Subaru. Clientes em todo o Estado de São Paulo ainda têm entrega grátis em até 72 horas.

Segundo a Caoa, entre os principais ramos de atendimento estão autopeças, empresas de funilaria e pintura, centros automotivos, seguradoras, locadoras, estabelecimentos especializados em lubrificantes e demais segmentos do mercado de reposição.

Para adquirir peças na nova plataforma, basta realizar um rápido cadastro no site: https://caoa.leadb2b.com.br/.

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Foton testa novo caminhão no Brasil equipado com kit gás

Foton TM 2.8

Modelo TM 2.8 chegará ao mercado nacional no segundo semestre, inicialmente com 100 unidades disponíveis importadas da China

 

A Foton anunciou que está em testes no Brasil um novo modelo de caminhão, o TM 2.8, que chegará ao mercado nacional no segundo semestre. A novidade pode ser equipada com motorização a gasolina ou em uma versão com kit gás, feito pela empresa especializada Convergas em parceira da Foton.

O TM 2.8 possui capacidade técnica e legal para 2.795 kg, podendo ser conduzido por motoristas com CNH na categoria “B”. O caminhão com kit gás já está na primeira fase de testes na Coopercarga, fazendo logística urbana para a Rede Carrefour. “Para armazenar o GNV, o sistema é composto por dois cilindros de 60 litros hidráulicos cada, totalizando uma capacidade de 30m³. Com isso a autonomia do veículo só com GNV pode chegar a 280 quilômetros”, afirma André Bermudo, Diretor da Ecomoby, transportadora especializada na utilização de combustíveis alternativos ao diesel. O peso total do equipamento é de aproximadamente 170 kg.

O veículo virá importado da China, com 100 unidades desembarcando no País ainda em 2020. “Começamos com importação e à medida que o volume cresça já temos estrutura pronta para nacionalização do novo modelo”, diz Leandro Gedanken, diretor industrial, engenharia e desenvolvimento da Foton.

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