Meu nome é Murilo Barbosa, sou mecanico industrial a 20 anos.
A minha paixão por mecanica vem desde de molequinho, hoje tenho 43 anos e com muita experiencia dessa área maravilhosa, então decedi fazer algo bem bacana... compartilhar tudo que eu sei com vocês.
A FCA estaria preparando uma surpresa para setembro com o Jeep Renegade. Não esperaria até o início de 2021 para agitar o mercado com o novo motor Firefly turbo, de 1,33 L de cilindrada, previsto para começar a ser produzido na fábrica de Betim (MG), no primeiro trimestre do próximo ano. A ideia seria importar da Itália um modelo pronto para uma espécie de avant-première, como estratégia de marketing. O motor do carro é a gasolina, mas o nacional será flex. Todavia, a fabricante não confirmou a informação da minha fonte.
O Firefly turbo tem versões de 150 e 180 cv. O primeiro está reservado para o Renegade e o segundo para o Compass. A concorrência entre os SUVs compactos tem ficado cada vez mais feroz. São 13 modelos, incluindo o Nivus que chegará às concessionárias entre o final de julho e o começo de agosto.
Uma das vantagens do novo motor da FCA é o consumo de combustível, além do melhor desempenho em relação ao atual de 1,8 L conhecido como E.torQ. Talvez a versão básica do Renegade mantenha esse motor porque tem custo menor de produção.
Junho será um mês de recuperação das vendas, mas ainda não dá para comemorar. Números refletem a reabertura dos principais Detrans do País. No entanto, tudo indica que o pior já passou, embora recuperação seja lenta. Em debate promovido pela Anfavea, o presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, apontou que os emplacamentos subiram de 4 a 5 mil por dia para 7.000.
“Acredito que vamos precisar de estímulo ao consumo, como já está sendo feito em diversos países, para incentivar a compra no pós-pandemia. Os concessionários também enfrentam situação muito difícil, mas continuam importantes para as marcas, apesar do avanço das vendas on-line. Carros elétricos e autônomos terão um atraso considerável nos seus projetos e implantação por aqui e, provavelmente, também nos Estados Unidos”, pontuou Moraes.
Para Ricardo Bacellar, da consultoria KPMG, a pandemia se refletiu em mudança surpreendente sobre a posse do veículo.
“Há cerca de um ano, em pesquisa mundial, havia grande interesse em utilizar o sistema de assinatura, espécie de compartilhamento; agora o carro próprio voltou a atrair. Mas assinatura ainda pode ser explorada. Isso se deve ao medo de contágio, inclusive no transporte coletivo. Pelo mundo existe tendência de compra de modelos mais simples, basicamente como meio de transporte seguro e acessível.”
Gustavo Pena, do Google, detectou três tendências de compra.
“A principal foi a procura pelo carro dos sonhos, que nos indicou o interesse por modelos mais luxuosos. A outra diz respeito à mobilidade. Pessoas que passaram a trabalhar em casa querem se mudar para o interior e precisam de um carro. Detectamos muitos interessados na compra de um veículo motivado pela pandemia, evitando não só o transporte coletivo, mas também poder se deslocar sem restrições. Por sinal, o modal viagem no carro próprio deve crescer no pós-pandemia.”
Em minha opinião, um problema trazido pela valorização do dólar é justamente os modelos de entrada de cada marca. Fica mais difícil diluir os aumentos de custos porque são carros com margens mais estreitas e descontos menores. Por isso será mais difícil encontrá-los nas concessionárias. Por outro lado, alguns analistas acreditam numa queda de vendas em 2020 sobre 2019 mais perto de 30% do que de 40%. Não é grande consolo, mas um pequeno alívio.
DUSTER À ESPERA DO FIM DA PANDEMIA
Na concorrência entre SUVs compactos não é fácil sobressair. Mas o Duster resolveu a maior parte dos vícios de nascença, no ano-modelo 2021. Lançado em março às vésperas das primeiras medidas de isolamento social, ainda não pôde mostrar seu desempenho em vendas.
As mudanças externas envolveram até inclinação do para-brisa e um capô redesenhado para abrigar o motor de 1,3 L turbo, previsto para o início de 2021 (já disponível na Argentina, exportado da Colômbia). O conjunto atual de motor 1,6 L/120 cv (etanol) e câmbio automático CVT apresenta respostas algo lentas, seu ponto mais vulnerável. Sistema start-stop é de série. O motor de 2 litros já tinha sido descontinuado.
Rigidez torcional aumentada, direção agora com assistência elétrica (volante regulável em altura e distância) e o conhecido vão livre do solo de 23,7 cm (o maior do segmento) melhoraram nitidamente a dirigibilidade no uso do dia a dia. Na versão avaliada, Iconic, rodas são de 17 pol. O interior também ficou melhor, especialmente os bancos dianteiros com boa sustentação lateral. O console central foi um pouco deslocado na direção do motorista, facilitando a visualização.
Conjunto multimídia de 8 pol. permite parear dois celulares e até cinco usuários, além de intuitivo de operar. O quadro de instrumentos tem desenho agradável e moderno. Há quatro câmeras (frontal, traseira e duas laterais), além de alerta de ponto cego. Faltam portas USB para os passageiros do banco traseiro que têm espaço para pernas, ombros e cabeças que são referências no segmento. Além do maior porta-malas: 475 litros.
Evento premia fornecedores das filiais na Argentina, no Brasil e na Venezuela
A YPF comemora a conquista do Prêmio Toyota Fornecedores 2019. A 18º edição do evento, que ocorreu online pela primeira vez e é denominado de Toyota Latin America and Caribbean Suppliers Conference, premia fornecedores das filiais na Argentina, no Brasil e na Venezuela.
O diretor-presidente da YPF Brasil Pablo Luchetta celebra a premiação recebida pela montadora japonesa. “Estamos orgulhosos de ser reconhecidos por uma empresa que é sinônimo de qualidade na indústria automotiva. Acredito que a premiação demostra a preocupação que a YPF tem por seus clientes, oferecendo, mais do que produtos e serviços, soluções que agregam valor”, explica.
A YPF comenta que, entre outras montadoras, a Toyota é uma das marcas de veículos que a empresa possui lubrificantes automotivos homologados. “Ter essa chancela de aprovação, por um lado, e receber o Prêmio Toyota Fornecedores 2019, por outro, aponta que a marca está na direção certa”, finaliza Luchetta.
Empresa afirma que dobrou o volume de produção com a automação de sua fábrica, sem redução de postos de trabalho
A Tecfil revela que vem ampliando sua participação de mercado com investimentos em automação, Inteligência Artificial e transformação digital. Segundo a empresa, sua capacidade produtiva dobrou nos últimos dez anos, indo de quatro milhões para oito milhões de unidades por mês, graças à implantação de sistemas avançados da indústria 4.0.
Entre os benefícios estão maior produtividade e mais eficiência em todo o processo, com redução significativa de perdas industriais. “A Tecfil tem uma estrutura hoje única no setor de filtros automotivos, por conjugar uma forte base de produção local – o que se tornou um aspecto fundamental para dar segurança aos clientes no momento em que a pandemia impacta o custo e a logística dos produtos importados – e um modelo avançado e ancorado na indústria 4.0”, afirma Flávio Montanari Boni, Diretor Industrial da Tecfil.
Ele conta ainda que toda a produção pode ser totalmente monitorada pelo smartphone. “É possível saber tudo o que ocorre na fábrica em tempo real, o que permite tomar decisões e fazer ajustes muito rapidamente, sem a interferência humana, aumentando a eficiência na agilidade das consultas necessárias”, diz. Atualmente, as linhas de produção possuem sete robôs, devendo receber mais nos próximos anos. E segundo o diretor, não houve redução de vagas em função da automação da fábrica.
Muitos condutores perguntam se airbag tem prazo de validade. A resposta dessa pergunta, pelo menos para quem tem carro aqui no Brasil, é que a validade do equipamento depende da montadora do veículo. Esse item é relativamente novo nos automóveis fabricados em solo nacional, o que ainda gera algumas dúvidas. Neste artigo, descubra como funciona o airbag e tire suas dúvidas sobre ele.
Você já se perguntou se airbag tem prazo de validade?
Esse equipamento de segurança, que já foi considerado um luxo, hoje é item de série em todos os automóveis fabricados no Brasil.
Com os altos índices de acidentes de trânsito em todo o país, não poder contar com essa tecnologia acaba sendo arriscado para os usuários do veículo.
Mas não faz muito tempo que os carros circulavam pelas ruas sem airbags.
Até certo ponto, isso é compreensível, já que o sistema só começou a ser comercializado na década de 80, quando foi instalado no modelo Classe S, produzido pela Mercedes-Benz.
Por aqui, a novidade só apareceu em 1996, com o lançamento do Fiat Tipo 1.6, e, passadas duas décadas, a tecnologia assumiu papel de destaque.
Se você deseja saber tudo sobre airbag, sugiro que siga a leitura, pois quero tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Você vai ler sobre:
o que é e para que serve o airbag;
determinações da lei sobre o equipamento;
como funcionam os airbags;
quando o item é acionado;
airbag tem prazo de validade;
testes de qualidade do equipamento;
perguntas e respostas sobre airbags.
Ficou interessado em saber tudo sobre airbags? Então, leia este artigo até o final.
Boa leitura!
O Que é Airbag e Para Que Serve
Descubra tudo sobre o funcionamento do airbag
O airbag é um item de segurança que tem como principal função diminuir os danos físicos causados aos ocupantes do veículo em caso de acidente de trânsito.
Ou seja, é um equipamento destinado a salvar vidas.
Ele é como uma bolsa de ar que infla no momento da colisão, de forma a amenizar o impacto sobre os passageiros.
No artigo em questão, o airbag é apresentado como um dos equipamentos veiculares obrigatórios.
O inciso VII foi incluído no CTB pela Lei nº 11.910, publicada em 18 de março de 2009.
É interessante destacar que, a partir desse momento, não era possível determinar que todos os carros passassem imediatamente a contar com o equipamento. Isso porque, até então, o airbag não era um item obrigatório.
Por isso, a mesma lei incluiu o § 5º ao art. 105 do CTB. Assim, ficou determinado que a incorporação do equipamento aos novos projetos deveria acontecer a partir do primeiro ano posterior às definições do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).
Além disso, o mesmo parágrafo determinou que a exigência de airbag em veículos anteriores à regra começaria a valer a partir do quinto ano após sua definição.
Sobre o inciso VII do art. 105, o § 6º do artigo estabelece que a exigência de airbag não é aplicada aos veículos de exportação.
Com isso, como essa atualização no CTB entrou em vigor em 2009, os novos projetos de automóveis passaram a incluir o airbag desde 2010.
Desde 2014, todos os veículos zero quilômetro devem possuir a tecnologia nos bancos frontais.
Por outro lado, o airbag nos bancos traseiros não é obrigatório, sendo um item extra de segurança oferecido em alguns modelos.
Já que estou comentando o que é previsto, pelo CTB, sobre o airbag, o que você acha de conversarmos sobre outras determinações da legislação sobre o uso do equipamento?
A seguir, veja o que a legislação brasileira diz sobre o uso do airbag.
O Que a Legislação Brasileira Diz Sobre o Uso do Airbag
Na seção acima, você viu que o airbag passou a ser item obrigatório a partir do ano de 2009.
Bem, você sabe o que o Código de Trânsito determina sobre isso, mas há 3 resoluções do CONTRAN muito importantes a respeito desse assunto.
Começando pela Resolução nº 311/2009, é importante falar que ela dispõe sobre a obrigatoriedade dos airbags em veículos novos.
Ela é a responsável por determinar a obrigatoriedade do equipamento para os ocupantes dos bancos dianteiros.
As alíneas do parágrafo único do art. 1º definem quais tipos de veículos devem contar com os airbags frontais ao saírem de fábrica.
A resolução determina que carros destinados ao transporte de passageiros, que não tenham mais de 8 lugares além do assento do motorista, saiam de fábrica equipados com airbags.
Além deles, automóveis destinados ao transporte de cargas, cuja massa máxima não exceda 3,5 toneladas, também devem ter airbags para o motorista e seu passageiro.
É interessante comentar o art. 4º da resolução em questão, pois ele foi alterado pela Resolução nº 534/2015.
Ele fala sobre os veículos dispensados da obrigatoriedade do airbag. Veja, abaixo, quais são:
veículos que resultarem de transformações, cuja homologação seja compulsória, desde que a transformação tenha sido feita até 1º de janeiro de 2014.
Seguindo a linha do tempo da história do airbag no Brasil, cabe ainda comentar a Resolução nº 597/2016.
Ela trouxe outra alteração para o art. 4º da Resolução nº 311/2009, sobre o qual estou comentando com você, determinando a inclusão de mais 4 incisos. Com isso, mais 4 casos passaram a estar isentos dessa obrigação. São eles:
A resolução em questão trouxe, ainda, as definições dos 4 itens adicionados à lei. Porém, agora quero falar com você sobre o funcionamento do airbag.
Quer entender como esse equipamento funciona? Então, leia a próxima seção.
Como Funciona o Airbag de Carro
Os airbags contêm vários mecanismos que devem estar em ordem para seu funcionamento correto
O funcionamento do airbag é fruto do trabalho de engenheiros de diferentes países, ao longo de várias décadas.
Durante muito tempo, no entanto, ele foi considerado um artigo de luxo, sendo ofertado como um opcional de alto valor em automóveis.
Isso impossibilitou que carros populares contassem, até certo momento, com esse nível de proteção que pode salvar vidas.
De acordo com o siteCesvibrasil, o sistema de airbag é formado por alguns componentes.
No infográfico abaixo, feito para simplificar o seu entendimento sobre o assunto, você pode ver como esses componentes atuam para o funcionamento do airbag.
Como você pode perceber, o sistema do airbag é composto por uma série de componentes responsáveis por garantir o bom funcionamento do equipamento.
Na teoria, é tudo projetado para funcionar perfeitamente. Entretanto, o sistema também está sujeito a falhas, embora sejam raras.
Em 2019, por exemplo, a Hyundai foi condenada a pagar indenização a um casal, devido à falha do airbag em um acidente.
O ocorrido, infelizmente, resultou na diminuição da mobilidade de um dos ocupantes do veículo.
No Canadá, a montadora Takata foi condenada, também em 2019, a pagar R$ 38,5 milhões a 102 vítimas, por falha na ativação do airbag.
Infelizmente, esse tipo de situação acontece, mesmo que o airbag seja um item cuja funcionalidade é aumentar a segurança dos ocupantes do veículo.
Para que você entenda ainda melhor seu funcionamento, veja em que momento ele é acionado, na seção seguinte.
Quando o Airbag é Acionado
Os airbags são acionados quando a aceleração é interrompida abruptamente
Imagine que você está trafegando a 80km/h em uma rodovia. De repente, um carro invade a pista e acerta você em cheio. Não houve tempo para frear ou desviar.
Se o carro é equipado com o sistema de airbag, ele deve ser acionado para evitar maiores danos aos ocupantes.
O mais impressionante é que tudo isso ocorre em somente 0,003 segundo em uma velocidade média de 300 km/h. Isso torna o sistema extremamente rápido e eficaz na maioria dos casos.
Conforme a incidência da desaceleração, o airbag pode ser acionado, mesmo não havendo colisão, em acidentes mais leves, e ainda que não haja necessidade.
Como você viu anteriormente, não se trata de um sistema imune a falhas.
Ao mesmo tempo em que o airbag é acionado, o ocupante do carro perceberá que uma espécie de pó (talco ou amido de milho) será expelido.
A função do pó pode ser explicada de forma simples: ele garante que o material que envolve a bolsa de ar não grude, mantendo a sua eficácia.
Depois do acionamento do airbag, a bolsa de ar começará a esvaziar conforme a absorção do impacto pelo ocupante do veículo.
Mas atenção: se você não usar o cinto de segurança e o airbag for acionado, correrá o risco de se ferir com o impacto contra o equipamento.
Ou seja, um depende do outro para haver um melhor resultado. Considere que não usar o cinto sempre representa colocar em risco a sua segurança.
Lembre-se também de que o airbag não é acionado em todas as situações de perigo.
Ou seja, em alguns acidentes, o cinto de segurança é suficiente para garantir a integridade física dos ocupantes do carro.
Mas, agora, finalmente vou revelar se o airbag tem prazo de validade. Para descobrir, leia a próxima seção.
Airbag Tem Prazo de Validade?
Não há regulamentação quanto ao tempo de validade de airbags, mas existem estimações
Essa é uma pergunta para a qual não existe uma resposta exata. Conforme o país, as recomendações para a troca do airbag variam.
Na Europa, é recomendado que o airbag seja substituído após passados 10 anos. Já nos Estados Unidos, o prazo sobe para 15 anos.
E o proprietário de um carro com airbag no Brasil deve se guiar por qual parâmetro?
Interessante citar que, como não há regulamentação federal, o prazo muda conforme a montadora.
A Toyota e a Chevrolet afirmaram que não existe validade para os airbags instalados em seus veículos.
Já a Peugeot respondeu que os airbags possuem a vida útil de 10 anos e que, depois desse prazo, devem ser substituídos.
Mas como o motorista pode descobrir se existe algum tipo de defeito no sistema de airbag?
Preste atenção ao significado dos sinais no painel do carro. Se houver algum problema, o símbolo que representa o airbag acenderá.
Caso isso aconteça, é preciso buscar ajuda especializada com alguma urgência.
Se não sabe qual é o símbolo do airbag no painel do carro, a dica é consultar o manual do proprietário do veículo.
Mas como evitar problemas com o airbag? Para isso, revisões são essenciais.
Leia sobre isso a seguir.
Airbag precisa de revisão?
Você já reparou em algum sinal luminoso escrito “airbag” em seu painel?
Acabei de destacar que, em caso de defeito no airbag, um sinal luminoso acenderá no painel.
Isso não significa, no entanto, que você não deva ter cuidados preventivos com o equipamento, sempre de forma a assegurar a segurança dos ocupantes do carro.
Então, ao enviar o seu carro para a revisão geral periódica, inclua também o sistema de airbag.
É como diz a antiga frase: “melhor prevenir do que remediar”.
Mas é importante escolher não apenas um mecânico de confiança para realizar o serviço, como alguém que saiba fazer esse tipo de revisão. Nem todos os profissionais estão habituados ao sistema de airbag.
Para evitar problemas com os airbags, as montadoras fazem alguns testes antes de os veículos serem vendidos.
Sobre isso, você lê na próxima seção.
Como São Realizados os Testes de Airbags
Entenda a utilização dos manequins chamados “crash test dummies” nas simulações
Os testes de airbags são obrigatórios para assegurar a qualidade do produto que será disponibilizado para os consumidores.
Por exemplo, quando a bolsa do airbag infla, não pode ser lançado contra a pessoa nenhum objeto que faça parte do carro.
Se isso acontecer, o airbag não passará nos testes de segurança.
Como o airbag só pode ser utilizado uma vez, ele não pode falhar na hora de proteger os ocupantes do carro.
Quando se fala dos testes de airbag, é provável que você se lembre daqueles bonecos que sofrem o impacto da colisão.
Eles são chamados de “crash test dummies”. Em tradução livre para o português, significa manequins de teste de acidentes.
De acordo com Alejandro Furas, diretor técnico do Global NCAP, em entrevista à revista Auto Esporte, os dummies possuem 40 sensores espalhados na cabeça, tórax e pernas.
Ele explicou que esses dispositivos são os responsáveis por mostrar os efeitos que o corpo humano pode sofrer em decorrência de uma colisão.
Interessante observar ainda que os “bonecos” possuem medidas, peso e altura que se assemelham aos seres humanos.
Dessa forma, é possível verificar o impacto que uma colisão teria se fosse um acidente real, com vítimas humanas. Câmeras ultramodernas filmam, segundo a segundo, os testes de airbag.
Como você pode ver, a indústria automotiva está em constante processo de melhoria da segurança de seus veículos, o que também inclui o sistema de airbag.
Na próxima seção, vou procurar tirar mais algumas dúvidas comuns a respeito do airbag. Por isso, continue sua leitura.
Outras Dúvidas Sobre Airbags de Carros
Tire todas as suas dúvidas a respeito do airbag do seu carro
Por ser, ainda, uma novidade para muitos motoristas, é normal a existência de dúvidas a respeito do airbag.
Além de questionarem se airbag tem prazo de validade, muitos condutores perguntam sobre uma série de outros aspectos que envolvem o equipamento.
Se você ainda tem alguma dúvida sobre o funcionamento do sistema de airbags no seu carro, confira as perguntas e respostas a seguir.
Caso o seu questionamento não esteja nessa relação, deixe um comentário ao final do artigo, para que eu possa respondê-lo.
1) Como utilizar da melhor forma possível o sistema de airbag veicular?
Posso citar duas recomendações, que são simples de serem seguidas. Ambas ajudam muito a preservar vidas em caso de acidente.
Nunca guarde objetos sobre o painel do carro, como chaves e carteira. Em caso de uma batida, eles poderão ser arremessados quando o airbag inflar. Dica: prefira colocá-los dentro do porta-luvas ou da bolsa.
Tanto o condutor do veículo quanto o passageiro não devem se aproximar demais do volante ou do painel, nem colocar os pés sobre ele. Dica: mantenha a coluna rente ao banco do veículo.
2) Se o airbag proporciona maior segurança, não é mais preciso utilizar o cinto?
Como falei anteriormente, os airbags são fabricados e testados como se o motorista e passageiros estivessem de cinto, sendo sua eficácia condicionada a isso.
Sempre coloque o cinto de segurança antes de colocar o automóvel em movimento. Sua vida pode depender disso.
E tem ainda o aspecto legal, já que o acessório é exigido pelo CTB. A obrigatoriedade do uso do cinto de segurança é estabelecida no art. 167 do Código.
O airbag do motorista fica sob o volante e o airbag do carona está dentro do painel.
4) É possível reutilizar um airbag como uma forma economizar dinheiro?
Não é possível reutilizar o airbag, porque ele foi fabricado para ser usado somente uma vez.
5) Não importa a gravidade do acidente, o airbag será sempre acionado?
O airbag é acionado em acidentes de grandes proporções ou quando a colisão atingir determinado conjunto de sensores.
6) Qual é o procedimento para substituir o airbag usado?
É preciso procurar a concessionária do seu veículo para realizar a troca do airbag
O proprietário do veículo deve procurar uma concessionária autorizada do seu veículo e fazer o pedido.
Vou usar como base a fala de Oliver Schulze, membro da Comissão Técnica de Segurança da SAE Brasil (Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade), em artigo na revista Auto Esporte.
De acordo com Schulze, o airbag que foi deflagrado precisa ter o módulo, a bolsa inflável e o volante substituídos depois de ser acionado.
7) E qual o preço de um airbag novo?
Depende de cada montadora, do modelo em questão e também do valor da mão de obra, que muda conforme a concessionária.
No entanto, apenas para a troca da bolsa motorista, do módulo de abertura e do cabo de um carro de entrada, o conserto se aproxima de R$ 3 mil.
8) Se o carro estiver com o motor desligado e sofrer um acidente, o sistema de airbag vai funcionar?
Não. O airbag só funciona quando o carro está ligado, porque é necessário energia para acioná-lo.
9) É necessário desativar os airbags quando alguma criança estiver no banco da frente?
Pode parecer estranho, mas é realmente necessário desativar os airbags quando uma criança ocupar o banco dianteiro do veículo.
Em alguns casos especificados em lei, o sistema de retenção para transportar crianças pode ser colocado no banco da frente.
No entanto, se ocorrer um acidente e o airbag disparar, ele pode pressionar a cadeira e a criança contra o assento.
Conclusão
Se o seu airbag teve alguma falha, procure o fabricante hoje mesmo!
Neste artigo, abordei as principais questões envolvendo o uso do airbag em automóveis.
Apesar dos problemas constatados em modelos defeituosos, o uso do sistema salva milhares de vidas todos os anos em todo mundo.
Hoje, o airbag é uma realidade em todos os veículos que saem de fábrica no Brasil.
Ou seja, se for comprar um carro zero, com certeza ele terá essa proteção para você e seus passageiros.
Apresentei um infográfico para ajudá-lo a entender o funcionamento desse equipamento. Expliquei, também, se o airbag tem prazo de validade e se ele precisa de revisão.
Ao longo desta leitura, você pôde conferir como são feitos os testes de qualidade dos airbags, e também tirar algumas dúvidas sobre o item.
Se ainda tiver mais alguma pergunta, escreva um comentário abaixo. Fique à vontade, também, para dizer o que achou deste artigo.
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Neste formulário, você solicita a emissão de um certificado de participação
na transmissão Ao Vivo com a Revista O Mecânico sobre o tema
“Quebra prematura da correia de sincronismo, por quê?”,
realizada em 25 de junho
ATENÇÃO: Este formulário estará disponível somente 30 minutos após o encerramento da transmissão ao vivo. Depois não
será mais possível solicitar o certificado
Empresa destaca que nova linha fabril alcança bons níveis em automação, flexibilidade e qualidade
A ZF destaca que as transmissões TraXon são fabricadas em Sorocaba/SP, em uma nova linha de produção com automação, flexibilidade e qualidade. Segundo a empresa, com alto nível de controle de qualidade, a nova linha aplica o método “Poka Yoke”, que consiste em parar máquinas e equipamentos quando qualquer tipo de defeito é detectado, até que o problema possa ser corrigido.
Além disso, 100% dos torques são monitorados e passam por testes funcionais e de estanqueidade. A ZF ainda implantou no final da linha de produção um banco de testes que simula dinamicamente uma operação severa para cada nova transmissão, antes que seja liberada ao cliente.
Em termos de modularidade, a linha está apta para novas transmissões de outros modelos ou variantes futuras da própria TraXon. “As transmissões ZF atendem plenamente a demanda global por veículos comerciais mais inteligentes, conectados e sustentáveis e como o Brasil tradicionalmente segue as megatendências globais, entendemos que muitas das novas gerações de veículos produzidos no País poderão ser equipadas com transmissões ZF produzidas nesta linha”, explica Silvio Furtado, diretor executivo de vendas para veículos comerciais e industriais da ZF América do Sul.
Silvio Furtado ainda diz que a linha de produção paulista está entre as mais conectadas e digitalizadas, levando-se em consideração as unidades fabris da empresa em todo o mundo. “As listas técnicas das transmissões (contidos no sistema de engenharia e sistema SAP) estão totalmente conectadas com as etapas da montagem. Todos os registros de processo são armazenados eletronicamente. As instruções de trabalho também são todas digitalizadas e podem ser consultadas nos monitores anexos a cada estação de trabalho”, finaliza.